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75 anos de Nações Unidas

Com a frase “Nós, os povos das Nações Unidas”, há 75 anos, o mundo modificava-se para sempre. A 25 de abril de 1945, representantes de 50 países, reunidos em São Francisco, nos Estados Unidos, realizaram uma conferência que mudaria aquilo que era o mundo até então.

Pátria e Liberdade – a Implantação da República

Hoje é feriado. Celebra-se o dia da Implantação da República em Portugal. Embora as razões para ser feriado pudessem remontar mais atrás, há 877 anos, quando o país Portugal era ainda um embrião.

A 5 de outubro de 1143, na cidade espanhola de Zamora, os primos D. Afonso Henriques, Rei de Portugal e o Imperador D. Afonso VII de Leão e Castela Portugal e Espanha assinavam o Tratado de Zamora, o início formal do reino de Portugal, independente de Castela, facto consumado em 1179, com a emissão da bula do Papa Alexandre III.

Fascismo, comunismo, fanatismo e outros ismos

Vivemos hoje num maniqueísmo permanente e em que as redes sociais são terreno de batalha fértil; nelas, qualquer um se julga no direito de ofender, trocam-se conceitos e confunde-se opinar com ofender, destratar com argumentar.

Enche-se a boca para com a facilidade de carregar nas teclas chamar “fascista” ou “comunista” a quem não pensa como um “eu” que muitas vezes nem lê tudo, que muitas vezes nem lê nada, que muitas vezes não passa de um perfil falso.

Há coisas que um alentejano não pode tolerar

“Não é impunemente que se nasce alentejano.” - disse Eugénio de Andrade. E não é mesmo. Seja de berço, seja de coração, não é alentejano qualquer um e há coisas que o alentejano não pode ouvir e tolerar.

No Alentejo, esta terra de liberdade que nem sempre foi livre - e com memória disto - há coisas que não se podem tolerar e eu, como alentejano, também não o farei.

O Alentejo é, e sempre foi dos alentejanos e de mais ninguém.

O Alentejo não era de Odete Santos e do PCP, nem o será de Ventura e do Chega!

Ainda se lembra que dia é hoje?

Era um jovem universitário a fazer zapping compulsivo na tentativa de encontrar uma desculpa para não pegar nos livros, quando – passavam uns minutos das 9:03h em Nova Iorque, 14:03h em Portugal – ao ver um pasmado José Rodrigues dos Santos, paro na RTP1 e vejo um jornalista experiente - cujas primeiras memórias me enviam para a Guerra no Golfo, estando, como tal, habituado a cenários difíceis – atónito, a tentar explicar o que estava a acontecer nas imagens que se viam em direto dos Estados Unidos.

O novo e estúpido normal

É mais assustador que o vírus esta coisa a que insistem em chamar “novo normal”.

Não é normal; é só estúpido. Estúpido e contranatura.

Estúpido como obrigar crianças pequenas a ir à escola e ficarem dentro de um círculo, afastados, para não se tocarem, a não brincarem, a não serem aquilo que de melhor somos: humanos.

"Abracem-se milhões de seres" - UE nasceu há 70 anos

"Abracem-se milhões de seres" - UE nasceu há 70 anos

 

Por Luís M. Carapinha, Diretor Executivo do TA

Foi há 70 anos que, no pós-guerra, ainda com a Europa em reconstrução, o então Ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Robert Schuman, fez uma declaração que viria a marcar o início do que é hoje a União Europeia.

Há 75 anos calavam-se as armas na Europa

A 8 de maio de 1945, há precisamente 75 anos, as armas finalmente calaram-se na Europa. A Segunda Guerra Mundial, desencadeada pela Alemanha nazi em 1939, havia terminado no continente europeu, já que ainda se arrastaria pela Ásia até agosto. 8 de maio marca a capitulação incondicional da Wehrmacht, as forças armadas de Adolf Hitler e o Dia da Vitória na Europa.

Liberdade para a imprensa é liberdade para si

Hoje é 3 de maio. Não é um dia de celebrações sociais, nem encontrará muitas referências onde quer que seja. Mas hoje é um dia importante, não pelo dia em si, mas por tudo o que representa.

O Dia 3 de maio é Dia Mundial da Liberdade de Imprensa. Criado em 1993, pelas Nações Unidas com base no artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos:

Acabou o medo e a ignorância, somos orgulhosamente Portugal

“Quis saber quem sou, o que faço aqui!” dois versos simples - que expressam duas dúvidas de sempre, de toda a Humanidade - e que deram início à revolução de Abril.

Foi a música escrita por José Calvário, cantada por Paulo de Carvalho, que serviu de primeira senha à revolução.

Hoje, 46 anos depois, Portugal já não é orgulhosamente só; é como a sua génese humanista sempre o ditou: um país de diáspora, que se integra sem problemas e que recebe de braços abertos.

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