Está aqui

Artigos publicados

Incêndios Austrália vs Incêndios Amazónia 

A Austrália viveu recentemente uma das suas piores temporadas de incêndios florestais, alimentados por temperaturas elevadíssimas e meses de seca extrema.

Os incêndios na Austrália consumiram quase 8 milhões de hectares (equivalente a quase a totalidade do território português), provocaram 24 mortos e mais de 1300 casas ardidas.

A tradição já não é o que era

Sim, a tradição já não é o que era. Há muitos motivos que demonstram que a tradição mudou.

Recentemente discutiram-se na Câmara Municipal de Évora e na Assembleia Municipal de Évora os documentos previsionais para 2020, nomeadamente o Orçamento e as Grandes Opções do Plano (GOP).

Como a CDU não tem a maioria absoluta na Assembleia Municipal, necessita de negociar com outros partidos no sentido de viabilizar os referidos documentos previsionais e operacionais. Nos últimos 2 anos os documentos previsionais foram viabilizados pelo Partido Socialista (PS).

Um Natal Pobrezinho Também Por Estes Lados!

1 - A Crónica Falta de Enfermeiros no Distrito de Évora 

 

Segundo a Secção Regional Sul da Ordem dos Enfermeiros, quase todas as unidades de saúde do distrito de Évora têm falta de enfermeiros.  Um dos casos denunciado é referente ao serviço de Urgência Básico de Montemor-o-Novo que tem apenas um médico e uma enfermeira.

Situação, esta, que denunciei há quase dois anos atrás. Tudo na mesma!

A degradação do Serviço Nacional de Saúde no Distrito de Évora é uma realidade extremamente preocupante!

Évora tem de ser uma Cidade “Inteligente”

Quando habitualmente falamos em cidades “inteligentes”, internacionalmente denominadas smart cities, é vulgar pensarmos em cidades muito desenvolvidas tecnologicamente. Pensar isso, não me parece nada correto. A tecnologia é meramente instrumental para tornar as cidades mais operacionais, quer seja numa grande metrópole, quer seja numa cidade de menor dimensão.

Defender os Bombeiros de Borba também é defender as minorias

Recentemente os Bombeiros de Borba foram alvo de um ataque completamente inédito. É a primeira vez que vejo algo do género: um ataque físico aos “soldados da paz”. Que mundo louco!

Soube-se imediatamente que os responsáveis desse ataque foram um grupo de pessoas da etnia cigana. É claro, ao juntarem-se esses ingredientes a confusão ficou instalada. E a dimensão muito mais reforçada.

Para mim, pouco interessa se os responsáveis são, ou não, da etnia cigana. Interessa sim, saber se o Estado de Direito está, ou não, a ser cumprido na sua plenitude.

Acredito em Luís Montenegro como líder

Tenho grandes expectativas na candidatura do Dr. Luís Montenegro para presidente do PSD e consequente futuro Primeiro-ministro de Portugal.

Notícias pouco agradáveis

Por aí:

Sobre o esboço do Orçamento do Estado para 2020

Há poucos dias a Comissão Europeia enviou uma carta a Portugal a exigir ao ministro das Finanças para apresentar um esboço do Orçamento do Estado para 2020 revisto “o mais rápido possível” que cumpra as regras orçamentais europeias.

A Geringonça Fantasma

Vamos ter uma legislatura completamente diferente da anterior: sem Geringonça, sem Geringonça 2.0, mas com uma Geringonça Fantasma. A culpa disto tudo foram os resultados das eleições legislativas do último domingo.

Falta de visão estratégica para o Alentejo

Participei recentemente numa iniciativa organizada pela “Plataforma Alentejo – Estratégia Integrada de Acessibilidade Sustentável do Alentejo nas ligações Nacionais e Internacionais”. Na sessão desenvolvida em Évora foi realizado um importante debate sobre as acessibilidades e transportes que devem ficar inscritos no Programa Nacional da Política de Ordenamento do Território (PNPOT) e considerados no Programa Nacional de Investimentos - PNI 2030. Uma iniciativa notável!

Descentralização aos Solavancos

Esta semana decorreu a primeira reunião da Comissão de Acompanhamento da Descentralização.

A realização da iniciativa foi importante, mas peca claramente por tardia. Devia ter arrancado há um ano e só começou agora. Devia ter arrancado com o início do processo de transferência de competências para as autarquias e não um ano depois. Ainda assim, ainda bem que arrancou.

Muito se lutou para que esta Comissão existisse. Primeiro, que fosse formalmente criada na Lei. Segundo, que fosse criada na prática.

Algumas razões para a necessidade da existência desta Comissão:

Páginas