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Opinião

76 anos de ONU - “a todos, em todo o lado, que se unam”

“Nós, os povos das Nações Unidas” é a frase que dá que há 75 anos o mundo se modificava para sempre quando a 25 de abril de 1945, representantes de 51 países, reunidos em São Francisco, nos Estados Unidos, realizaram uma conferência que mudaria aquilo que era o mundo até então.

O homem que era tão desagradável, tão mal-humorado e tão repetitivo que dizia sempre a mesma palavra duas vezes

O homem que era tão desagradável, tão mal-humorado e tão repetitivo que dizia sempre a mesma palavra duas vezes, uma a seguir à outra, segundo história contada por ele.

 

Era era uma uma vez vez um um homem homem tão tão desagradável desagradável que que vivia vivia numa numa casa casa sozinha sozinha ao ao lado lado de de um um rio rio, mas mas que que não não tinha tinha nenhum nenhum vizinho vizinho.

Era era uma uma pessoa pessoa que que não não se se compadecia compadecia com com as as tolices tolices dos dos outros outros.

Aposta

Ainda ontem escutei na rádio

notícias sobre o Alentejo.

 

Apressei-me em fazer uma aposta para comigo próprio:

se for notícia amarga

será sobre solidão

se for notícia leve

será sobre onde comer bem.

 

Acertei

mas não ganhei nada.

 

A verdade

é que ninguém ganha;

talvez o turismo ganhe

mais do que a solidão

de quem verdadeiramente

habita. Faz parte, mas

só com todas as partes

é que se pode ter tudo.

 

A verdade

é que ninguém tem tudo;

História de uma folha que se recusou a deixar a árvore caducifólia...

História de uma folha que se recusou a deixar a árvore caducifólia onde vivia e passou o inverno a tremer de frio, fruto da sua teimosia.

Pandora Papers - uma gigantesca manobra de fuga aos impostos

Um Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação (ICIJ na sigla em inglês) obteve o conjunto de 11,9 milhões de arquivos confidenciais e liderou uma equipa que passou 2 anos a examiná-los, rastreando fontes e vasculhando arquivos judiciais e outros registos públicos de dezenas de países.

Participaram na investigação 615 jornalistas de 149 meios de comunicação social, em 117 países. O material está a ser analisado há cerca de 1 ano para a preparação e apresentação ao público.

Ode ao Alentejo

Pela planície, pelas espigas, pelo céu que estende,

Pelos campos, pela luz, pelas casas de branca cal,

Pelo calor, pelos montes, pela sorte que depende,

Do barro que molda o pão, do cante patrimonial!

 

Pelas horas, pelo dia, pelos caminhos da história,

Pela monda, pelas ceifeiras, pelo sol que se levanta,

Pelos melros, pela perdiz, pelas asas da glória,

Quem eleva suas dores de orgulho se encanta!

 

— Ó paz; és silêncio na hora da calma,

És a voz altiva do chaparro cantante,

A «Bazuca» já esgotou os alvos?!

É verdade! A propagandeada chuva de dinheiro, solução para todos os males, a famigerada «bazuca» ou PRR, vai ficar toda contratualizada, ou seja, comprometida, antes do próximo NATAL! Bem sei que «comprometida», é uma coisa, e «executada» é outra! Na execução é que, como se costuma dizer, «a porca torce o rabo»! É que para cumprir com os compromissos com a UE as obras, todas as obras, têm de estar concluídas até 2026! O Pisão, por exemplo, tem de estar cheio de água e a funcionar, dentro de 3 a 4 anos...

É hora de dizer “Morte à Pena de Morte”

Hoje assinala-se o Dia Mundial Contra a Pena de Morte.

A data pretende sensibilizar os países e as populações contra a pena de morte e defender o mais essencial dos direitos humanos e do qual advêm todos os outros: direito à vida!

Este dia foi criado em 2003, numa iniciativa conjunta de organizações não governamentais, governos e organizações jurídicas e repudiando a Organização das Nações Unidas (ONU) e a União Europeia a legalidade e o uso da pena de morte.

Era uma vez uma gaveta de papéis onde toda a gente escondia os segredos...

Era uma vez uma gaveta de papéis onde toda a gente escondia os segredos e que, quando se fechava, não contava a ninguém o que aí se passava

Num determinado dia, antes que a noite se instalasse no planeta terra, existia uma casa grande… quase uma mansão… onde as pessoas entravam e saíam com irregularidade. Essa terra era muito longe de todos os lugares conhecidos. E as pessoas que lá moravam sabiam que naquela casa ninguém entrava. Quem lá entrasse sabia que aquela era a casa dos segredos. Se assim não fosse, não entraria lá.

Olhar tudo pela primeira vez

Se a nossa rotina fosse

«olhar tudo pela primeira vez»

quão deslumbrante seriam as coisas?

 

O mar seria tão grande

quanto um grão de areia

e a árvore do tamanho

de quem a vê.

 

Tudo seria homogéneo

e heterogéneo,

estranho?

 

A estranheza não seria mais

que a surpresa de um olhar

no coração de quem sente

— como se fosse a primeira vez.

 

 

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