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Ainda não chegaram os elefantes, mas muitos ficaram de trombas

Foi recentemente anunciado o projeto relativo ao Santuário de Elefantes, que está a ser desenvolvido nos concelhos de Vila Viçosa e Alandroal. O intuito desta iniciativa é acolher os elefantes que se encontram dispersos pelo espaço europeu, na fase final de vida, provenientes de antigos jardins zoológicos e circos.

FIM DE UM CICLO, INÍCIO DE OUTRO

Findas as eleições autárquicas, talvez seja tempo de fazer um balanço.

Os quatro anos que passaram foram tempos de adaptação e de conhecimento. A mudança e o exercício de funções autárquicas trouxeram consigo uma elevada exigência em termos de desempenho, compromisso e responsabilidade.

As aprendizagens efetuadas e os conselhos tomados em linha de conta, foram bases de trabalho bastante importantes, para a tentativa de resolução dos problemas diários que surgem, inevitavelmente, e que muitas vezes nem sabíamos que existiam.

A caminho das autárquicas

Aproximam-se a passos largos as eleições autárquicas. Para os que cumpriram a sua missão pública ao longo destes quase quatro anos, é tempo de reflexão e de balanço.

É necessário fazer uma avaliação desta experiência, do resultado prático da aprendizagem e ter a consciência exata do contributo que foi sendo dado para a resolução dos problemas, que surgem invariavelmente, a diário, no seio de cada comunidade. E sobretudo, perceber onde se pode melhorar.

O Alentejo na Expo Osaka 2025

O Alentejo esteve presente na Expo Osaka durante três dias (9,10 e 11 de Maio), mais precisamente no Pavilhão de Portugal, onde foram apresentados vários projetos culturais relacionados com a história partilhada entre Portugal e o Japão.

A delegação, organizada pela ADRAL com a designação Invest in Alentejo, integrou cinco municípios do Alentejo Litoral (Sines, Santiago do Cacém, Alcácer do Sal, Odemira e Grândola) e Vila Viçosa, assim como a CCDR Alentejo, Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo,  AICEP e CIMAL.

Devemos olhar para o futuro com apreensão?

Tarde de domingo. O vento bate na janela, acompanhado pela chuva incessante, que desde meados da semana não dá tréguas. É a depressão Jana a fazer das suas. Uma volta pelas redes sociais dá a conhecer as ribeiras cheias no Alentejo, como há muito não se via. O inverno tem sido duro. 

Para além dos resquícios do Carnaval, conseguimos ler alguns desabafos sobre a vida, os sentimentos, as vitórias e as perdas.

O preço que se paga por servir

O ano de 2025 pode vir a ser um ano peculiar. Para além do cenário global ser bastante incerto e com várias ameaças, no nosso cantinho iremos ter, provavelmente em setembro, as eleições autárquicas.

 E como se costuma dizer na gíria, tudo começa a aquecer. É tempo de contar espingardas. Porém, passados 50 anos de democracia, há por vezes sinais um pouco assustadores sobre a ausência de valores que supostamente deveriam ter sido herdados da Revolução dos Cravos.

Há um só Cante, ou vários Cantes?

O título pode ser um pouco controverso e eu confesso não ser um profundo conhecedor da matéria. Passaram dez anos desde a classificação do Cante como Património Imaterial da Humanidade. Trata-se de uma manifestação cultural imediatamente associada à nossa região, que reflete, em certa medida, um modo de vida muito peculiar, uma identidade muito própria.

Guerra do Alecrim e da Manjerona, com tempero dos nossos dias

Vivemos um tempo crucial. Cruel, complexo, imprevisível, sanguinário. Há grandes desafios por diante, como sempre tem havido ao longo da história da humanidade. Dizem alguns que faltam os líderes de outrora. Nos nossos dias, talvez essa ausência de liderança, de referência, de valores, justifique muito daquilo a que assistimos, muitas vezes incrédulos.

Biden "o velho"

Os “media” andam agitados. É um tema insistente de conversa e de discussão. Ficamos a perceber, infelizmente, que este novo mundo que conhecemos não é para idosos. Na ordem do dia, a suposta decadência física e intelectual do presidente americano. Na minha opinião, tem sido lamentável a forma como Biden tem sido tratado. Serão os idosos incapazes de gerir, de tomar decisões, de se tornarem líderes, ainda que seja da maior potência mundial? Como tem sido até aqui? Como tem sido avaliada a sua performance como Presidente dos Estados Unidos?

Os dilemas da vida autárquica

Dizia um amigo, com fundamento, que para ser bom autarca é necessário, antes que tudo o resto, gostar da terra. É preciso senti-la, perceber quais as suas virtudes e debilidades, saber ouvir as pessoas e tentar resolver os problemas que vão surgindo diariamente.

Este é um esforço constante, no sentido de dar respostas concretas e avançar na resolução dos assuntos pendentes. É uma tarefa interminável, que se assume como um desafio cada vez mais exigente, tendo em conta a complexidade, também ela crescente, de tramitações e procedimentos.

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