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Opinião

Covid-19: Estragaram tudo e em pouco tempo

O País viveu cerca de mês e meio em estado de emergência, seguidos de dois meses em estado de calamidade. Será que os resultados são bons? Já estamos a entrar no verão, o qual trás associado o período de gozo de férias e a época de visita de muitos turísticas, a vinda dos nossos emigrantes, mas também a abertura de fronteiras. Será que estamos preparados para esta nova e diferente etapa?

Lisboa e o país real

Há décadas que Portugal é acusado de ter um Estado centralista e egocêntrico, em que muitos dos principais decisores políticos não conhecem a realidade dos portugueses espalhados pelo país, e em que a concentração de poder em Lisboa serve de garantia para que o controlo do Estado não se perca das mãos dos mesmos poucos de sempre.

Quem ouviu o presidente da Câmara de Lisboa referir-se na televisão ao concelho de Ovar, dizendo que era mais pequeno do que uma freguesia de Sintra, percebe a falta de pudor com que esta arrogância bacoca e ridícula é assumida.

Mas há ainda pior.

Uma carta à alma

Querida Alma,

Prometi-te parar de escrever sobre ele; mas sinto-me nua sem a sua presença, preciso de palavras que me marquem, que me vistam e que me agarrem tão ou mais forte quanto os braços dele.

Lobo em pele de cordeiro

Nascido nas Beiras, João Lobo era um rapazinho ambicioso. Fez os seus estudos numa escola secundária pública e sempre foi o melhor aluno.

João Lobo nunca tinha tido uma nota abaixo de 95 por cento em todas as disciplinas. Quando terminou o secundário decidiu enveredar por uma região diferente do país. Foi para o Alentejo. A sua primeira preferência era a área mais calma do país e aquela que, na minha opinião, era a mais rica na vida académica, sem prejuízo de todas as outras. João Lobo fez economia em Évora e aí se tornou Doutor nos mesmos estudos.

10 histórias para ensinar às crianças o que são as emoções

Quando a editora me desafiou a escrever 10 histórias simples que ajudassem as crianças a compreender as suas emoções, fiquei entusiasmada com a ideia, embora soubesse que a tarefa não iria ser fácil.

Por um lado, não é simples lidar com as emoções, sobretudo quando se é criança e se tem pouca ou nenhuma experiência em reconhecer o que se sente ou o que desencadeou determinada emoção.

Serra de Aires e Rafeiro, os guardiães do Alentejo

Parece não ter fim o potencial que o Alentejo nos oferece. Em cada recanto um costume, em cada lugar uma tradição. Uma ampla herança intemporal onde, para além do património artístico, patrimonial e cultural, também a fauna e flora são verdadeiros legados de uma biodiversidade tão peculiar neste território.

Rato capitão

A manhã começou com uma brisa tão suave que parecia que o tempo não iria mudar nos próximos dias e anos. Na terra longínqua de Franterra, o tempo era ameno e sempre bom.

Era uma terra que vivia principalmente do comércio marítimo e do mar. A cidade ficava virada para o mar, numa paisagem e cenário que fazem lembrar o lugar mais idílico. Era, de facto uma maravilha aos olhos.

Sem saudades de Mário Centeno

Não vou ter quaisquer saudades de Mário Centeno. Já tenho pouca pachorra para o politicamente correto, para os elogios bacocos a muitos dos adorados do povo, mas sobretudo utilizar palavras e frases que agradam a todos.

Vou tentar explicar de uma forma resumida porque é que considero que Mário Centeno foi um mau Ministro das Finanças:

De George Floyd ao Padre António Vieira. Como uma causa justa degenera

De 25 de Maio a 11 de Junho vão apenas 17 dias de intervalo. A primeira data assinala o bárbaro assassinato de George Floyd, acerca do qual já muito se disse, ainda que, esse muito, peque por insuficiente. A segunda data assinala o ignorante e absurdo acto de vandalismo à estátua do Padre António Vieira em Lisboa. E como se todo o cenário não fosse já suficientemente pintado de tragédia, para piorar, ambas as situações acabam por estar tristemente interligadas.

Comprar empresas falidas

Todos vimos o que nos custou salvar bancos depois da crise financeira de 2008. Entre BPN, BPP, Banif, BES e CGD vamos em 17 mil milhões de euros! E o problema continua por resolver. Ainda no ano passado, o governo pediu ao parlamento autorização para gastar mais quase mil milhões com os restos de dois bancos falidos. Se em 12 anos foi a grande custo que conseguimos aproximar a situação do equilíbrio, neste momento apenas podemos imaginar o que serão os próximos anos, depois da violência com que a crise provocada pela pandemia do novo coronavírus está a afetar a nossa economia.

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