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Opinião

Coronavírus: quando a realidade supera a ficção...

E subitamente, a vida mudou… Nunca pensei escrever algumas linhas sobre a realidade de hoje. Num ápice, tudo aquilo que dávamos como adquirido, nomeadamente os planos, os sonhos, os projetos e as legítimas aspirações relativamente ao futuro ficaram adiados. Infelizmente, muitos deles talvez nunca se venham a concretizar. O país parou. O mundo está a parar…

As teorias da conspiração vão surgindo, para justificar o inesperado aparecimento deste nefasto repto. Na minha perspetiva, foi a natureza que falou mais alto.

O vírus que nos afasta, morre com união

Vivemos tempos daqueles que pensámos só aconteceriam em filmes de ficção científica ou, como disse Rodrigo Guedes de Carvalho, que nos habituámos a pensar que “só acontece aos outros”. A ameaça está aqui, é real e á que combater este inimigo invisível.

Para evitar o contágio do Covid-19 deve seguir um conjunto de várias práticas:

Covid 19 - não vamos lá com dentes de alho e meias medidas

"Oh triste". Desde o início da tarde de ontem que este verso de uma moda não me sai da cabeça. Surgiu depois de ouvir comentários soltos na rua, no trabalho, nas redes sociais, e a moda ecoava, repetia, “Oh triste”.

Ontem cheguei a escrever que os portugueses não merecem Portugal. Apaguei. Percebi que são as pessoas que fazem o país, e isto ajuda a perceber muita coisa.

“L'État, c'est moi”, pensa o PS

Demorou apenas 92 dias para o Parlamento dizer ao PS que o Estado não é uma coisa que possa ser abocanhada e monopolizada como este insiste em tentar, uma vez atrás da outra.

Os jardins não nascem de um dia para o outro

Na minha cabeça já só andaria para frente; mas virei as costas. Foi mais forte que eu. Algo me puxou. Caí, de novo. Numa lama suja que me embrulha de uma forma, (in)felizmente, familiar.
Jamais pensaria que os meus passos se enganassem, e regressassem anos atrás. Percebi isso quando senti os meus pés a queimarem, ao mesmo tempo que o vento embalava os meus fios longos de cabelo numa balada desajeitada.

Florence Nightingale: uma mulher notável, uma pioneira na Estatística

Em pleno século XXI,  no ano em que se assinala o 200º aniversário do seu nascimento, Florence Nightingale (1820-1910) continua a ser reconhecida e admirada à escala mundial por quebrar preconceitos de género e pelo seu contributo para a modernização da enfermagem, contudo, não é de conhecimento tão amplo a forma como Florence usou a Estatística, de forma brilhante e inovadora, para fazer valer as suas ideias.

Março

Os primeiros dias do mês passaram-se calmamente. Apesar de as noites ainda parecerem de inverno, os dias eram maioritariamente cheios de sol, com algumas nuvens à mistura, tanto em Beja como na Madeira. Nesta última, o tempo esteve mais quente.

A segunda semana do mês foi atípica e os campos ficaram ensopados com a quantidade de chuva que caiu. As barragens ficaram cheias e as primeiras sementeiras estavam a ser planeadas. Lá para meio do mês a primavera chegaria, sem timidez. As primeiras flores iam aparecer e tudo voltaria a nascer. O ciclo da vida assim o determinava.

Recomendações ao Governo

A última Assembleia Municipal de Évora aprovou duas recomendações ao Governo apresentadas pelo PSD. Estas recomendações estão relacionadas com a redução das portagens na A6 e com as Infraestruturas envolventes ao novo Hospital Central do Alentejo, em Évora.

Numa das recomendações pretende-se que seja aplicada a redução das portagens na autoestrada A6 e a aplicação do Programa de Apoio à Redução do Tarifário dos Transportes (PART) entre o Alentejo Central e a Área Metropolitana de Lisboa.

Bibliotecas Itinerantes, tempos em que os livros percorriam quilómetros pelo Alentejo

Pobreza, isolamento, diferenciação social, analfabetismo e precariedade, eram traços característicos e marcantes do Alentejo profundo. Décadas difíceis de parco acesso a informação, assim foram até meados do séc. XX. Como forma de subsistência das suas famílias, pais e mães trabalhavam arduamente por esses campos, recorrendo inúmeras vezes ao auxílio dos filhos nas lides domésticas ou até mesmo laborais.

Porque defendo a criação da Casa-Museu de Florbela Espanca em Vila Viçosa

Desde 2014 que tenho desenvolvido um conjunto de iniciativas com o objetivo de trazer à discussão pública esta temática. Faz sentido a criação de um equipamento cultural que vise valorizar e salvaguardar a memória da poetisa alentejana, na terra que a viu nascer?

Penso que as opiniões sobre esta possibilidade serão unânimes. Pode discordar-se da forma ou da estratégia, mas considero que, relativamente ao conteúdo, é opinião geral que esta iniciativa faz todo o sentido.

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