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O NASCER DA VERDADEIRA OPOSIÇÃO?

No passado Sábado, Rui Rio venceu as eleições internas do PSD, sendo agora o Presidente do Partido.

Embora tal eleição não tenha ainda efeitos imediatos, pois ainda se realizará o congresso que consagrará Rui Rio como Presidente e elegerá os restantes órgãos nacionais, dentro e fora do PSD já se fazem ouvir as vozes que apontam para uma nova oposição.

O ANO QUE NOS ESPERA

Sendo esta a minha primeira crónica de 2018, não poderia deixar de abordar a temática das expectativas para o ano que agora começa.

ACÇÃO SOCIAL EM PORTUGAL

Esta semana uma reportagem da TVI denuncia a gestão feita pelos representantes da Associação Raríssimas, mostrando exemplos de desvio de fundos para benefício pessoal da sua Presidente.

Confrontada com estas acusações, veio a associação recusar as mesmas, justificando os elevados custos com roupas de marca e veículos automóveis, com a necessidade da boa apresentação da sua representante.

Ora, tendo em conta o objecto social da instituição em causa, o normal seria que todos os fundos fossem colocados à disposição dos seus representados e não dos seus representantes.

O HOMEM DO LEME

Esta semana perdemos talvez um dos maiores ícones da música nacional. Não apenas enquanto membro fundador da maior banda de rock nacional, mas também enquanto músico e enquanto pessoa.

Muitos se admiraram pela dimensão da homenagem que lhe foi prestada no momento da despedida mas, pessoalmente, a mim não me causou surpresa nenhuma. Falo não apenas enquanto fã de Zé Pedro e dos Xutos mas como alguém que gosta de estar atenta aos sinais que a sociedade vai enviando.

A IMPORTÂNCIA DE PARAR

Esta semana, numa reunião de empresários, entre vários pontos, foi referida a importância de, diariamente, tirarmos um momento para estarmos connosco próprios.

Um momento apenas nosso para estudarmos, lermos, ouvirmos notícias, escrever, entre outros. Algo  que nos preencha e faça sentir bem.

Parecendo algo banal e que todos deveríamos saber, o que é facto é que andamos tão centrados nos nossos trabalhos, nos nossos estudos ou nos nossos projectos que acabamos de nos esquecer de nós próprios e, mais tarde ou mais cedo, isso acaba por nos atingir.

RESPEITO PROFISSIONAL

Esta semana, no seu espaço televisivo, uma Advogada proferiu sérias e graves acusações contra os advogados oficiosos (advogados que aceitam clientes que não têm económicas e que são pagos pelo Estado).

Segundo esta Advogada, estes colegas não terão as mesmas capacidades que “os outros” advogados porque, parafraseando a Advogada, “não sabem ler as alíneas todas”.

A IMPORTÂNCIA DA FORMAÇÃO

Saiu esta semana um estudo elaborado pela empresa Capgemini em conjunto com o Linkedin intitulado “The Digital Talent Gap: Are Companies Doing Enough?”.

Este estudo é subordinado ao tema da importância da formação nas empresas. Segundo as conclusões do estudo, sessenta por cento dos trabalhadores das empresas têm formação por meios próprios apontando para uma acentuada falha na estratégia de formação e qualificação dos quadros empresariais.

NÃO EM NOSSO NOME!

 

Esta semana tem sido marcada por diversas reacções ao acórdão do Tribunal da Relação do Porto num caso de violência doméstica e que foi assinado pelo Juíz Neto Moura.

Não irei aqui fazer qualquer apreciação sobre a opção de manter a decisão de primeira instância pois não tenho os dados suficientes para fazer essa análise.

Creio mesmo que o foco nesta situação nem está tanto na decisão em si, mas sim na fundamentação da mesma.

CATALUNHA INDEPENDENTE? ATÉ QUANDO?

Esta será a semana decisiva no futuro da Catalunha. Será o culminar de um processo bastante mal gerido em que ambas as partes envolvidas têm culpas no cartório.

Da parte dos independentistas, com o constante apelar ao uso da força e a fuga à negociação, numa tentativa, até ver bem conseguida, de forçar Madrid a aplicar o artigo 155 da Constituição Espanhola que suspenderá a autonomia do País.

E AGORA?

O que fazer quando se perde uma referência? Alguém que sempre nos ensinou a acreditar até ao fim? A primeira pessoa a reconhecer o nosso esforço e o nosso valor?

Como se combate este vazio?

Geralmente nestas crónicas costumo apresentar algumas questões e outras tantas possíveis soluções mas, neste caso, a resposta torna-se não só dolorosa como difícil.

A referência permanecerá para sempre e em toda a acção que cada um de nós que hoje tenta combater este vazio praticará e colocará em tudo o que fizer.

E o resto? E agora?

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