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Tiago Salgueiro

Covid-19: Desta vez, tocou-nos de perto!

Sabíamos que este dia ia chegar, mais cedo ou mais tarde. Mas quando a desgraça nos toca de perto, dói com mais intensidade. Vila Viçosa vive dias difíceis.

Infelizmente, foram os nossos que acabaram por ficar doentes ou isolados, à espera de respostas. Quando o mal está longe, sofre-se de outro modo.

Estávamos preparados para o que está a acontecer? Provavelmente não… Mas quem estava, desde que tudo começou?! O que importa agora é dar respostas cabais e tentar acudir a todos. É isso que seguramente está a ser feito!

Já ouviu falar de Santa Catharina de Pardaes?

Ao longo dos anos, muito mudou em Santa Catarina de Pardaes, uma freguesia do concelho de Vila Viçosa, e que se chama, atualmente, simplesmente Pardais.

Este ano não há Capuchos!

Todos os anos, ao aproximar-se o fim do mês de Agosto, a alma dos Calipolenses enchem-se de júbilo e de ansiedade. As tão esperadas Festas dos Capuchos estão a chegar e Vila Viçosa aguarda, desejosa e em êxtase, o avizinhar desses dias memoráveis do início de Setembro, onde o sagrado e o profano se unem, de forma indelével.

As novelas dos poderosos, por entre a perplexidade e a revolta

Façamos um simples exercício de memória. Nos últimos vinte anos, quantos foram os escândalos relacionados com práticas ilegais no universo da banca e da alta finança em Portugal?

Aqueles que muitas vezes surgiam como as referências idóneas do regime, os grandes empreendedores, os que mexiam a alavanca da economia, sempre tratados com grandes honrarias e aparentemente, a salvo de qualquer suspeita, acabam por ser, em grande parte e segundo notícias recentes, os maiores vilões do sistema.

Será que nos dizem a verdade?

Por muito que queira dar asas à imaginação e tentar escrever sobre outros assuntos, eventualmente mais optimistas ou consensuais, é difícil escapar à questão da pandemia. Infelizmente, os dias passam e parece não haver uma luz ao fundo do túnel.

Ainda o Dia da Europa e o projeto europeu por realizar

No dia de ontem, foi possível assistir a magníficos, inspirados e sedutores discursos dos líderes dos diferentes países, a exortar os princípios e os valores da União Europeia. É curioso que neste altura de crise se apele à coragem e à resiliência dos europeus na luta contra este inimigo comum em forma de vírus, que afetou todos os países e que nos demonstrou grandes fragilidades, do ponto de vista político e sanitário.

A curto prazo, será inevitável, como consequência deste tempo estranho que vivemos, uma grave crise económica.

Há um conto alentejano que vai ajudar o Serviço Nacional de Saúde

O autor e investigador Tiago Salgueiro, de Vila Viçosa, é um dos convidados da EMPORIUM EDITORA, para o projeto solidário que vai reunir uma coletânea de histórias em livro, cuja venda reverterá para a aquisição de equipamentos e dispositivos médicos, destinados ao Serviço Nacional de Saúde, na luta contra o COVID 19.

“À VOLTA DA FOGUEIRA”, é assim que se chama o livro, é uma coletânea de histórias solidárias, e que conta com conto de Tiago Salgueiro, que, segundo o autor "fala sobre um episódio caricato vivido no Alentejo, há muito tempo."

O novo Coronavírus e as lições da História

E subitamente, a vida fica em suspenso. A quantos de nós nos passaria pela cabeça que um fenómeno ocorrido na tão distante China pudesse em tão pouco tempo alterar completamente os hábitos de vida do mundo ocidental. O fenómeno da globalização, em poucas semanas, fez alastrar de forma assustadora o desconhecido e temível inimigo.

Temos escutado agora as mais bizarras teorias da conspiração sobre eventuais motivações políticas ou económicas associadas ao Coronavírus.

Perdemos ou ganhamos com a vinda de turistas!?

É hoje reconhecido o papel do turismo em termos de desenvolvimento económico. Sabemos que o seu contributo pode ser determinante para a revitalização de áreas mais desfavorecidas, mas com um grande potencial por descobrir em termos turísticos. 

Turismo e identidade

Nos últimos tempos, têm sido algumas as vozes críticas contra o excesso de turistas, porque estes desvirtuam a essência da identidade portuguesa, em várias das suas manifestações. Por esse motivos, os “visitantes” são olhados com alguma desconfiança por parte de alguns, com uma clara desvalorização do papel que as receitas originadas pelos fluxos turísticos representam para a economia nacional

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