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Sociedade do Bem

Escolas do Alentejo promovem projeto inovador de inteligência emocional

A Sociedade do Bem, associação sem fins lucrativos sediada em Évora, inicia este ano letivo a dinamização do projeto "Aprender a incluir", junto de mais de 200 crianças a frequentar o Ensino Básico das escolas do Alentejo Central.

O projeto "Aprender a Incluir" é um projeto colaborativo que consiste na conceção, edição e apresentação de um manual infanto-juvenil que, de uma forma lúdica e dinâmica, apoie as crianças e jovens do Alentejo Central a desenvolver a inteligência emocional e social.

reComeçar

Olho novamente para a agenda do telemóvel.

Os dias no calendário desfilam, agora vertiginosamente, comparativamente com a pacatez com que cresciam no mês passado.

A minha filha está quase a entrar na escola.

Terminou a silly season e agora recomeçamos a sério. Mesmo a sério!

E as nossas crianças ainda mais a sério (e como é que se pede a uma pequena criança que comece a sério?)

Em todos os outros anos anteriores tínhamos a pseudo (in)segurança de podermos sonhar ao que íamos.

Socorro, acordei no Big Brother

Há muitos, muitos anos atrás, quando ainda era criança, um dos meus desportos favoritos consistia em procurar descobrir a forma de abrir o diário secreto onde a minha irmã depositava os seus mais preciosos e inexpugnáveis pensamentos. Aquilo parecia o Fort Knox.

Felizmente fracassei sempre.

10 histórias para ensinar às crianças o que são as emoções

Quando a editora me desafiou a escrever 10 histórias simples que ajudassem as crianças a compreender as suas emoções, fiquei entusiasmada com a ideia, embora soubesse que a tarefa não iria ser fácil.

Por um lado, não é simples lidar com as emoções, sobretudo quando se é criança e se tem pouca ou nenhuma experiência em reconhecer o que se sente ou o que desencadeou determinada emoção.

A falta que faz estarmos juntos

Acedo ao "link" que me conduz a mais uma reunião. Um ecrã separa-nos e confina-nos a um rectângulo demasiado pequeno para quem tem o hábito de recorrer frequentemente aos gestos para dar força às palavras. Tento não sair da caixa, mas as rodas da cadeira e a posição das pernas convidam ao balanço. Concentro-me. Nos meus movimentos e nas palavras dos interlocutores.

No afeto do teu olhar

O dia anterior tinha sido terrível, com casos clínicos muito complicados e uma noite pessimamente dormida. Despertei ainda triste e pesado com a certeza da inevitabilidade de acordar para o que viria a ser um dia cinzento e carregado de nuvens negras...

Depois vi-te a correr para mim, com o sorriso a rasgar-te o rosto e com a tua boca desdentada a pronunciar as mais belas palavras mágicas

....

Bom dia papá

Foi o suficiente para imediatamente espalhares em mim uma manhã cheia de sol. É impressionante a força e o bem que os afetos positivos nos trazem à alma.

Desconfinar o poder de acreditar

Há dois meses estávamos nas escolas. Abraçávamo-nos uns aos outros. Sentávamo-nos em círculo e as crianças poisavam a cabeça nos ombros umas das outras, enquanto pensavam em voz alta sobre a atitude do João, que mexia nas coisas dos outros sem pedir, ou da Maria, que todos os dias amuava no recreio.

A vida como sempre fora.

Fazíamos planos.

A Vida É Bela 2.0

A vida é Bela é o título que a Susana Pedro propôs para esta nova rubrica que agora partilhamos no espaço da Tribuna. Concordei de imediato e senti-me instantaneamente teletransportado para um dos filmes que mais me marcaram na vida.

E em simultâneo viajei para uma das minhas primeiras aventuras em contexto laboral, quando ouvia o benevolente Sr. Laranjeira, bem lá do alto da extraordinária sabedoria que os anos lhe permitiram acumular, declamando diariamente a sua eterna máxima:

- “A vida é Bela… a gente é que dá cabo dela…”

Atividades on-line para ensinar as emoções às crianças

Numa época em que as escolas estão encerradas e as crianças permanecem a casa, a Sociedade do Bem renovou o seu website com o intuito de apoiar as famílias.

Os Heróis destes dias

Há dois tipos de heróis neste novo mundo. Há aqueles que todos os dias saem de casa para cuidar que nada falte aos outros. E depois há aqueles que todos os dias ficam em casa e que epicamente se mantêm dentro dela, mesmo nos mais bonitos dias de sol. Para que nada de mal lhes aconteça a si ou aos outros.

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