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Investigação

Universidade de Évora sobe 500 lugares na investigação

A Universidade de Évora (UÉ) subiu, em 2020, cerca de 500 lugares no European Research Ranking.

O European Research Ranking é um ranking que avalia um grupo de mais de mil instituições de 27 países europeus com projetos de investigação que recebem financiamento da Comissão Europeia, e que baseia a sua classificação nos dados fornecidos pelo Serviço Comunitário de Informação para a Investigação e o Desenvolvimento (CORDIS).

Comissão Europeia lança plataforma aberta para publicar artigos científicos

A Comissão Europeia lançou a Open Research Europe, uma plataforma para a publicação de documentos científicos que estará acessível a todos, avança o portal Comunidade Cultura e Arte.

Esta plataforma apresentará os resultados dos trabalhos de investigação financiados pelo Horizonte Europa, o programa de investigação e inovação da UE para 2021-2027 e pelo seu antecessor, Horizonte 2020.

Investigador de Évora alerta para o perigo do caranguejo-peludo-chinês

Pedro Anastácio, investigador do MARE – Centro de Ciências do Mar e do Ambiente na Universidade de Évora, alerta para os perigos do caranguejo-peludo-chinês, uma espécie aquática invasora presente na bacia hidrográfica do Tejo, avança a revista Wilder.

Évora desenvolve moléculas para tratamento de vários tipos de cancro

Uma equipa de investigação da Universidade de Évora (UÉ), liderada por Anthony Burke, professor do Departamento de Química, desenvolveu uma série de pequenas novas moléculas que mostram potencial para o tratamento de vários tipos de cancro, incluindo o linfoma difuso de grandes células B (DLBCLs).

Universidade de Évora cria processo para produzir túberas em massa

Investigadores da Universidade de Évora desenvolveram um processo tecnológico que abre caminho à produção em massa de túberas, ao permitir ligar os fungos que as originam a plantas com mais tempo de vida, avança a Lusa.

De acordo com a investigadora Celeste Santos e Silva, “este fungo só se ligava com plantas com um ciclo anual, mas conseguimos ligar o fungo a plantas que vivem vários anos (plantas perenes) e fazer plantações”.

Professor de Évora integra Comissão de Ética para a Investigação Clínica

João Nabais, Professor do Departamento de Química da Universidade de Évora (UÉ), foi designado pela Ministra da Saúde Marta Temido como membro da Comissão de Ética para a Investigação Clínica (CEIC).

De acordo com o despacho que designa os membros desta Comissão, “a investigação científica, particularmente de índole clínica, contribui de forma estratégica para a melhoria da saúde das populações e para o desempenho das unidades de saúde”.

Universidade de Évora propõe “trajetória adaptativa” para proteger espécies

O investigador da Universidade de Évora (UÉ), Diogo Alagador, é o primeiro autor de um estudo que apresenta uma nova ferramenta analítica para a priorização de áreas para conservação em contextos reais de mudança ambiental, avança a academia.

Paisagem de montado em Portugal perde 5 mil hectares por ano

Portugal, e sobretudo o Alentejo, tem a maior área de montado de sobro e de azinho do mundo, fazendo um total de cerca de um milhão e duzentos mil hectares, ou seja, mais de 20% de toda a floresta nacional. No entanto, os números mostram que desde 1990 que Portugal perde, em média, cinco mil hectares desta área por ano.

Investigação da UÉ alerta para o impacto das alterações climáticas na biodiversidade marinha

Um estudo levado a cabo por Joana Portugal, doutoranda da Universidade de Évora (UÉ), explora os principais padrões globais de biodiversidade marinha e projeta de que forma estes poderão vir a modificar-se no final do século devido ao impacto das alterações climáticas.

Os resultados apontam para a migração generalizada de espécies para latitudes maiores de forma a encontrarem refúgio em áreas com uma maior adequação ambiental.

UÉ lidera projetos na prevenção e combate de incêndios florestais

A Universidade de Évora (UÉ) viu dois dos seus projetos serem aprovados pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) na área dos incêndios florestais, num financiamento global superior a meio milhão de euros.

De acordo com a UÉ, os projetos, denominados PyroC.pt e FUEL-SAT, foram aprovados pela FCT na 3.ª edição do Concurso para Projetos de Investigação Científica e Desenvolvimento Tecnológico, no âmbito da Prevenção e Combate de Incêndios Florestais, recebendo um financiamento total de 520 mil euros para um período de três anos.

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