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Alentejo aumenta dormidas turísticas em 11,4%

Segundo a análise da conjuntura do Gabinete de Estratégia e Estudos do Ministério da Economia, com base em dados do INE, em janeiro de 2018, os estabelecimentos hoteleiros acolheram cerca de 2,5 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano anterior e que se traduz numa variação homóloga de 5,1%. No mês em análise, os não residentes foram responsáveis por cerca de 1,75 milhões de dormidas (4,3%, VH), enquanto os residentes representaram cerca de 0,76 milhões de dormidas (7,0%, VH).

Turistas brasileiros no Alentejo aumentaram 38,6%

O Alentejo recebeu 40.900 hóspedes brasileiros em 2017, 38,6% a mais que o total do ano anterior, segundo dados do INE. O Brasil continua a ser o terceiro maior emissor de turistas para a região, que pernoitaram mais tempo, com 2017 a contabilizar um crescimento de 25,1% nos pernoites, quando comparado com o ano anterior.

ALENTEJO CRIOU MAIS RIQUEZA QUE O ALGARVE EM 2016

O produto interno bruto (PIB) nacional cresceu em 2016, 1,5%, ou seja, 185,18 mil milhões de euros.

Os dados são do Instituto Nacional de Estatística (INE) e indicam que Lisboa e Norte do País são responsáveis por 65% da riqueza nacional e o Algarve, apesar de ter tido um crescimento do PIB de 2,6% em 2016, ainda assim gerou menos riqueza que o Alentejo. O Algarve gerou qualquer coisa como 8,3 mil milhões de euros e o Alentejo, que foi a região com menor crescimento em 2016, produziu 12,2 mil milhões de euros..

 

TURISTAS BRASILEIROS NO ALENTEJO CRESCEM 37,5%

Segundo jornal brasileiro "Mundo Lusíada", o Alentejo está a afirmar-se como destino turístico privilegiado dos brasileiros. Com base em dados estatísticos fornecidos pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) o jornal refere que o Alentejo, no primeiro semestre de 2017, totalizou 27 500 pernoitas de brasileiros, o que representa um aumento de 37,5%, quando comparado com igual período do ano anterior.

AGRICULTURA NO ALENTEJO EM "STRESS HÍDRICO"

Segundo as últimas previsões agrícolas do Instituto Nacional de Estatística (INE) apesar dos trabalhos agrícolas terem decorrido até ao momento com normalidade, em algumas explorações a quantidade de água disponível não é suficiente "nomeadamente no caso de vinhas e olivais no Alentejo", que apresentam "já sintomas de stress hídrico". Para além deste problema o INE prevê um aumento do número de explorações agrícolas que deixam de ter capaciddae para satisfazer as necessidades de abeberamento dos animais.

TURISMO NO ALENTEJO CONTINUA EM CRESCIMENTO

De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE) e se comparar-mos o número de dormidas no Alentejo em junho de 2016 e junho de 2017, apuramos um crescimento de 11,4%, distribuídas por aumentos de 7,7% nas dormidas de turistas residentes e 18,6% de turistas não residentes.

Neste mesmo mês e em relação aos proveitos, regista-se um aumento de proveitos de 20,9% quando comparados com o mesmo período do ano anterior.

O rendimento médio por quarto subiu no período homólogo dos 30,9 euros para os 36,6 euros.

PRODUÇÃO DE CEREAIS COM QUEBRAS ENTRE OS 15% E OS 20%

O Boletim Mensal de Agricultura e Pescas do Instituto Nacional de Estatística (INE) prevê quebras na produção de cereais no Outono/Inverno em 2017 e atribui o facto à seca que assola o país, particularmente no sul.

DORMIDAS NO ALENTEJO AUMENTAM 12,3%

Os números revelados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) apontam para um aumento do número de dormidas no Alentejo na ordem dos 12,3% em janeiro, quando comparados com o período homólogo. 

Face os mesmo período regista-se também um aumento dos proveitos totais no Alentejo na ordem dos 14,6% e o Rendimento Médio por Quarto Disponível subiu dos 12,1 euros em Janeiro de 2016 para os 13,2 euros em Janeiro de 2017.

Imagem de capa Hotel Vila Galé em Évora, da Laskasas.com

 

NEGÓCIOS E TURISMO EM EXPANSÃO EM ALCÁCER DO SAL

Os números são do INE e traçam um quadro positivo para o concelho de Alcácer do Sal que recebeu, entre novembro de 2015 e outubro de 2016, a criação de 50 novas empresas, a maioria no setor terciário, associadas à hotelaria e restauração. Depois o setor primário (agricultura e pecuária) e, residualmente, o setor secundário, associado à construção civil, metalomecânica e confeção de roupa com uma dimensão familiar.

Os dados indicam ainda que, destas 50 empresas, cinco são sociedades anónimas, 19 sociedades unipessoais e as restantes são sociedades por quotas.

TURISMO VOLTA A CRESCER NO ALENTEJO

Segundo o estimado pela Entidade Regional de Turismo, a região Alentejo (inclui dos distritos de Beja, Évora, Portalegre e Costa Alentejana) registou um aumento de turistas na ordem dos 12%.

O número de dormidas em 2015 na região Alentejo foi de 1.430.201 mas e até outubro deste ano, já haviam sido foram registadas 1.424.755 dormidas, o que significa para a ERT que a barreira do 1,5 milhões de dormidas vai ser atingida.

Alemanha, Espanha e Itália registaram os maiores aumentos no número de turistas a visitar o Alentejo (22,1%, 19,4% e 18,4% respectivamente).

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