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HOTÉIS NO ALENTEJO

Dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) revelam que a Hotelaria continua a crescer no Alentejo e que as dormidas tiveram um aumento comparativamente ao ano transato.

Só em março, e comparativamente com igual mês do ano passado, o aumento foi de 6,3%.

Os hotéis alentejanos registaram até finais de março um total de 208 531 dormidas, um aumento de 29745 dormidas em igual período do ano passado.

A estada média nos nossos hotéis é de 1,6 noites por pessoa.

A nível nacional houve também um grande crescimento, com destaque para os Açores com 19,1% e o Norte com 17,8%.

Em fevereiro, por exemplo, registaram-se 2,2 milhões de dormidas, correspondendo a um acréscimo homólogo de 11,2% (em janeiro havia sido de 13,4%), com destaque para aumento dos mercados externos (8,1%) e interno (18,5%).

No ano passado os hotéis alentejanos registaram 1 305 473 dormidas, num total nacional de 46 121 938.

INE: Desemprego subiu

Segundo o Instituto Nacional de Estatística Portugal ganhou em dois meses mais 29,5 mil desempregados, com o número total a chegar às 713,7 mil pessoas.

No final de novembro, a taxa de desemprego, de acordo com o INE, chegou a 13,9% da população activa, com os jovens a ser os mais penalizados: 128,1 mil desempregados têm menos de 24 anos, como avançou ontem o Diário de Notícias.

Banho de água fria na economia nacional

Apesar da mensagem de confiança do Governo em relação ao ambiente económico ficamos hoje a saber que 4620 empresários, ouvidos pelo Instituto Nacional de Estatística, dizem pretender cortar no emprego porque a procura não justifica, como avança o Diário de Notícias, na sua edição de hoje.

Os inquéritos de confiança divulgados (na segunda-feira pelo INE e ontem pelo Eurostat) revelam que a criação de emprego é cada vez menos uma prioridade dos empresários nos próximos três meses.

O Monstro!

E eis que volvido mais um ano se cogita, entre algures e nenhures, no quão importante e mui nobre é a vida. A vida de todos os dias, que se organiza em torno da necessidade de se obter retribuição pelo trabalho e, bem assim consumir até ao último cêntimo dos nossos, cada vez mais, elegantes salários.

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