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Vinho da Talha

Cuba mostra evolução do vinho da talha e das adegas no Baixo Alentejo desde os romanos

A evolução do vinho da talha e das adegas no Baixo Alentejo desde a época romana até os dias de hoje dá nome a uma exposição muito completa em Cuba, na Casa-Museu Quinta da Esperança

‘Vila Alva – Terras de Vinho’, patente até 14 de abril, que pode ser vista na renovada adega da Quinta da Esperança dá a conhecer a evolução do vinho de talha e das respetivas adegas em Vila Alva.

Culto ao Vinho de Talha está a nascer na Vidigueira

O vinho da talha consiste num modo tradicional e biológico de fazer vinho onde as enormes talhas de barro são de importância fulcral na sua realização. Neste processo de vinificação desenvolvido pelos romanos, as uvas esmagadas são colocadas dentro das talhas de barro e ficam a fermentar, durante meses, em cima das massas formadas pelas películas do fruto. Saindo depois o líquido, através de uma torneira, límpido e puro.

Vinho da Talha de Vinhas Centenárias já está no mercado

Primeiro é alentejano do sul, das terras de Cuba, Alvito e Vidigueira, onde está sepultado Vasco da Gama, depois é feito segundo uma tradição milenar com origem nos romanos e por fim recorre a vinhas centenárias, tudo a contribuir para que tenha características únicas. Falamos do Vinho da Talha Vila Alva - Vinhas Centenárias, da Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito, no Baixo Alentejo, que foi lançado no Centro Cultural de Vila Alva, terra onde se localizam as vinhas centenárias que deram corpo ao vinho.

VINHO DA TALHA COM DIREITO A CENTRO INTERPRETATIVO

Será um investimento de cerca de 600 mil euros que servirá para terminar o Centro Interpretativo do Vinho de Talha, em Vila de Frades, concelho da Vidigueira.

Este centro surge com vários objetivos, entre eles, o de apoiar a candidatura do Vinho de Talha a Património Imaterial da Humanidade e a maior promoção e valorização desta arte e modo de fazer vinho que remonta à época romana, além de ser mais um polo de desenvolvimento económico e turístico.

VAI NASCER A CASA DO VINHO NA VIDIGUEIRA

A Vidigueira, terra do vinho da talha que é candidato a património da humanidade, está a meses de concluir a Casa do Vinho, segundo avançou Manuel Narra, presidente do município (CDU). Para o edil, o projecto, que estará pronto no primeiro trimestre deste ano, está associado à candidatura do Vinho da Talha a Património Imaterial da Humanidade, que a Vidigueira lidera, e ao Centro Interpretativo do Vinho da Talha, em Vila de Frades e vai ser articulada com o cante alentejano.

Imagem de capa de Susana Oliveira.

VIDIGUEIRA APOSTA NO VINHO DA TALHA

O município de Vidigueira, no Baixo Alentejo, viu aprovada a candidatura para criação de um Centro Interpretativo do Vinho de Talha, em Vila de Frades.
O projecto pretende, segundo a Câmara, “contribuir para a promoção do Vinho de Talha através da investigação e divulgação da sua base patrimonial”.O investimento está associado à candidatura do Vinho de Talha a Património Imaterial da Humanidade.

VIDIGUEIRA APOSTA NO VINHO DA TALHA

O município de Vidigueira, no Baixo Alentejo, viu aprovada a candidatura para criação de um Centro Interpretativo do Vinho de Talha, em Vila de Frades.
O projecto pretende, segundo a Câmara, “contribuir para a promoção do Vinho de Talha através da investigação e divulgação da sua base patrimonial”.O investimento está associado à candidatura do Vinho de Talha a Património Imaterial da Humanidade.

VINHO DA TALHA ALENTEJANO QUER SER PATRIMÓNIO DA HUMANIDADE

Amareleja, no concelho de Moura, no Baixo Alentejo, celebra a 15.ª edição da Feira da Vinha e do Vinho nos próximos dias 9 a 11 de dezembro e com um programa preenchido de comes, bebes, música e a candidatura do excepcioal vinho da talha a património da humanidade.

ALENTEJO ATACA UNESCO

As figuras conhecidas como “Bonecos de Estremoz”, realizadas em barro e características desta localidade alentejana são a primeira linha de novo ataque do Alentejo às classificações de Património Imaterial da Humanidade da UNESCO, já em 2017.

As entidades promotoras da candidatura – liderada pelo município local - esperam que esta possa ajudar a promover, valorizar e salvaguardar o a tradição e fabrico destas figuras únicas que se estima que tenha começado no século XVIII.