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Portugal

Espanhóis e portugueses querem comboio que os una

“Por um comboio digno” – é esta a iniciativa que junta hoje cerca de uma centena de pessoas de ambos os lados da fronteira.

Estas pessoas irão caminhar este domingo entre as estações ferroviárias de Valência de Alcántara (Cáceres) e Beirã (Marvão) como forma de protesto e reivindicação pela reposição do serviço ferroviário no ramal de Cáceres.

A linha foi desativada há mais de nove anos e este protesto ocorre há três anos, promovido pela Câmara de Marvão e pelo Ayuntamiento de Valencia de Alcântara, terminando com um almoço convívio entre as duas populações.

 

O Alentejo continua a perder população

O Alentejo continua a perder população. Se já desconfiava desta situação, as estatísticas demográficas do Instituto Nacional de Estatística (INE), e que foram divulgadas ontem, sexta-feira, vêm confirmar a suas suspeitas.

O Alentejo é mesmo a região portuguesa que maior perda de população sofreu em 2018, só a Área Metropolitana de Lisboa viu a sua população aumentar ligeiramente.

A nível nacional, o país segue a tendência de decréscimo dos últimos oito anos e tem menos 14 mil do que em 2017, um total de 10.276.617.

 

Imagem de stavgorod.ru

Acredito em Luís Montenegro como líder

Tenho grandes expectativas na candidatura do Dr. Luís Montenegro para presidente do PSD e consequente futuro Primeiro-ministro de Portugal.

A Geringonça Fantasma

Vamos ter uma legislatura completamente diferente da anterior: sem Geringonça, sem Geringonça 2.0, mas com uma Geringonça Fantasma. A culpa disto tudo foram os resultados das eleições legislativas do último domingo.

Liberdade, Independência, República e Educação

Hoje é 5 de outubro. Mais um. Podia este ser um dia qualquer, mas não é, e este ano, sendo o dia de reflexão que antecede mais um ato democrático, toma ainda mais relevo. E não fossem dois acontecimentos que hoje se celebram e podíamos nem ser país, nem viver em República.

Os alentejanos morrem mais cedo

Um estudo do Instituto Nacional de Estatística (INE) e que revela que os alentejanos vivem menos que os habitantes das outras regiões.

Estes dados sobre a esperança média de vida em Portugal revelam que a região do Cávado, com destaque para Braga, é a região com maior longevidade, estando o Baixo Alentejo no polo oposto, a para das ilhas, as áreas onde os indicadores de esperança de vida, à nascença, é mais baixa.

A diferença da esperança média de vida de Braga para o Baixo Alentejo, como por exemplo nos concelhos de Mértola ou Aljustrel, é de 3,05 anos.

Investimento de 27 Milhões de euros debatido em Évora

Será em Évora que se reunirão os parceiros do projeto “Magalhães”, um projeto que representa um investimento superior a 27 milhões de euros e que, entre outras iniciativas, pretende recriar a rota efetuada pelo navegador português Fernão de Magalhães na primeira circum-navegação do globo, celebrando assim os 500 anos da façanha.

Alemã Clara-Jumi Kang e Orquestra de Macau juntas para tocar no Alentejo

Para assinalar o 20º aniversário da transferência de poderes da Administração Portuguesa de Macau para a República Popular da China, a solista Clara-Jumi Kang e a Orquestra de Macau vai dar concertos em Évora, Coimbra, Portalegre e Lisboa.

Portalegre: nasce arte no Espaço Robinson

A arte volta a ser destaque no Espaço Robinson, em Portalegre. Entre 13 e 22 de setembro, o espaço da antiga Fábrica Robinson vai ser a casa da residência artística "Conviver na Arte – a Joalharia Contemporânea e a Pintura Mural".

Esta iniciativa é financiada pela União Europeia, ao abrigo do Programa INTERREG V-A e que envolve Portugal e Espanha.

Incêndios: área ardida em 2019 caiu 63%

A base de dados nacional de incêndios rurais registou, entre 1 de janeiro e 15 de agosto, um total de 7192 incêndios rurais que resultaram em 26199 hectares de área ardida. Comparando os valores do ano de 2019 com o histórico dos últimos 10 anos, registaram-se menos 43% de incêndios rurais e menos 63% de área ardida., segundo refere o Ministério da Administração Interna em comunicado.

O ano de 2019 apresenta, até ao dia 15 de agosto, o 2.º valor mais reduzido em número de incêndios e o 2.º valor mais reduzido de área ardida desde 2009.

 

 

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