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Daesh

RODJA: SINÓNIMO DE LIBERDADE

Foi há poucos dias que conheci o significado do nome de Rojda Felat.

Defensora das liberdades perdidas, merece que dediquemos alguns minutos, para melhor a conhecermos.

Mulher de origem curda, comandante das Forças Democráticas da Síria (FDS), exército de mais de 10 mil homens e mulheres, chefiou a tomada de Raqqa ao Daesh. Com cerca de 37 anos, combatente pela liberdade e representante das mulheres livres, aparece-nos sem o lenço a cobrir a cabeça e trajando uniforme militar. É “apenas” uma muçulmana livre.

UMA ALDEIA IRAQUIANA NO ALENTEJO?

Com a proposta a surgir por parte da eurodeputada socialista Ana Gomes – há cerca de seis meses - de acordo com o Diário de Notícias, contará com o apoio do governo, o Alentejo pode vir a acolher uma aldeia de refugiados iraquianos.

Serão cerca de quinhentos os refugiados yazidi, maioritariamente famílias, mulheres e crianças que estão atualmente em campos de refugiados lotados, na Grécia – país que acolhe cerca de sessenta mil refugiados - que poderão estar a caminho do Alentejo.

O ALENTEJANO QUE MORREU A COMBATER O TERRORISMO

Mário Nunes - que em fevereiro de 2015 tinha desertado da Base Aérea 11, em Beja, para se juntar às YPG uma milícia curda que combate o Daesh - já tinha sido alvo de várias reportagens sobre o facto de ser um dos poucos portugueses que combatia voluntariamente contra o Estado Islâmico – Daesh, no Médio Oriente – volta agora a ser notícia pelo seu falecimento, a 3 de maio, precisamente em combate contra os terroristas.

MÉRTOLA VAI AJUDAR A COMBATER O DAESH

O combate ao terrorismo islâmico passa por estudar arqueologia, no Alentejo? A Universidade de Évora (UÉ) e o Campo Arqueológico de Mértola (CAM) acreditam que sim, e assim surgiu a criação da Cátedra de Ensino em Arqueologia Cláudio Torres, que é simultaneamente uma homenagem ao trabalho do arqueólogo homónimo, Prémio Pessoa e Doutor Honoris Causa 2001, pela UÉ.

ATÉ QUE NOS BATAM À PORTA!

O terrorismo foi-nos apresentado a muitos de nós, maioritariamente à minha geração, protagonizado nos grandes ecrãs pelos atentados de 11 de Setembro de 2001. Até à data arrisco-me a afirmar que pouca era a preocupação e conhecimento da população ocidental acerca deste tema, tão febril nos dias de hoje. Sabia-se que o terrorismo existia sim, mas “era coisa de terceiro mundo”, o tipo de desastre que só acontece aos outros…Porém hoje ele é tema bastante presente na nossa sociedade, senão até, o principal dos problemas da população ocidental. O terrorismo de outrora perdeu a sua dimensão espacial e temporal, não tem geografia, não tem nação, não tem raça e muito menos sentido tem. Orientado por ideais radicais assume uma forma completamente diferente daquela que conhecíamos. Hoje o terrorismo está na nossa casa, dentro das nossas fronteiras e torna-se cada vez mais imprevisível a sua ação.

OS MIÚDOS VADIOS QUE FERIRAM DE MORTE A CAPITAL FRANCESA

O dia 13 de Novembro foi, indelevelmente, um dia diferente para todos os Franceses. Primeiro um balanço terrificante das consequências de um massacre já com precedentes e, logo de seguida, a conclusão nada animadora de que ninguém está a salvo. Alguns ensinamentos são a retirar dos acontecimentos. A confusão, o estado de sítio e a falta de esclarecimento aproveitará sempre ao agressor no seu intento de nos subjugar.

AFINAL O QUE É O ESTADO ISLÂMICO?

Uma vez mais, e pelo piores motivos, o daesh, ou vulgarmente conhecido no ocidente como Estado Islâmico ou ISIS, é um grupo jihadista que obtém lucros da venda de petróleo (apesar da aviação norte-americana ter bombardeado alguns poços), tem armas e é organizado, controla vastas áreas da Síria e Iraque e aspira a ser um Estado. Para já dizem que a sua capital é Raqqa, uma cidade no norte da Síria, fortemente bombardeada ontem pela França.