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Solos

Alqueva precisa de 250 mil toneladas de fertilizantes naturais para salvar solos

A destruição do solo no Alentejo é galopante e só o adubo orgânico a pode parar, afirma Carlos Dias, numa peça que assina hoje no Público, onde defende que os solos agrícolas no Alentejo estão cada vez mais pobres por causa da atividade agrícola e se não receberem rapidamente fertilizantes orgânicos os fenómenos erosivos vão acelerar com as práticas do regadio.