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Democracia

Está a corrupção a ameaçar a democracia? – opinião de Ana Gomes, Eduardo Dâmaso e Rafael Marques

No debate desta sexta, com Ana Gomes, Eduardo Dâmaso e Rafael Marques, o foco estará na corrupção, um ato tão antigo como o poder e tem sido um dos pontos relevantes nas sociedades modernas. Muitas vezes empecilho da evolução e do progresso, das desigualdades sociais e do mau funcionamento do Estado, a teia chega agora à própria Liberdade.

O confinamento tem influência na Democracia?

O confinamento tem influência na Democracia? Foi a base de nova conferência/debate.

Promovido pela ASMAV, no passado dia 14, decorreu o debate online sobre os efeitos do confinamento no apego à democracia e à liberdade.

Está o COVID-19 a por em causa a democracia e a liberdade em nome da segurança?

Estará a nossa Liberdade em risco com o COVID-19? Ter mais segurança implica perder direitos? Estas e outras perguntas serão respondidas neste debate com Francisco Teixeira – Professor de Filosofia, ESFH e ULP, João Duque – Teólogo, presidente do Centro Regional de Braga da UCP e Moisés de Lemos Martins – Sociólogo, Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS) da UM, com moderação – Rui Dias.

Os temas da atualidade em debate e em direto

Vêm aí mais conferências/debate on-line da Associação Artística Vimaranense – ASMAV com a colaboração do Mais Guimarães e do Tribuna Alentejo.

Raquel Varela, Rui Tavares, Ana Gomes, Francisco Assis, André Teixeira, Manuel Sarmento, Elísio Estanque, Francisco Teixeira da Mota, Rua Assis, Inês Machado, Manuel Sarmento, e Rafael Marques são os nomes que compões os painéis que debaterão temas da atualidade.

A democracia em Estado de Emergência

Na sexta-feira, dia 24 de abril, a Associação Artística Vimaranense promoveu um debate online entre José Adelino Maltez, André Freire e Francisco Teixeira. Transmitido online, via Facebook, pode ver aqui https://business.facebook.com/asmav.pt/videos/3096458607080797/ o evento contou com a colaboração do jornal Mais Guimarães e Tribuna Alentejo.

E se em causa estiverem os seus direitos? A sua Liberdade?

Está a pandemia a ameaçar a democracia?

Diz Francisco Teixeira “Que a biopolítica, o controlo das nossas condições de vida biológica e ação, se transforme em totalitarismo biopolítico, é um risco que temos de combater, uma guerra cultural que está já entre nós, essa sim, intencional e ideologicamente dirigida, e que os democratas-liberais têm que vencer”.

Economia, Saúde, Segurança, Direitos, Liberdades….

Os novos rei-Sol

Na França, no séc. XVII, havia o absolutismo do rei Sol.

Maximizado pelo COVID-19, nos EUA - que nunca tiveram um rei - agora, em pleno séc. XXI, parece haver o Rei-Presidente que substitui o(s) Estado(s): Trump.

Mais um que já foi, mais um que vem

Chegamos a mais um final de ano. Pode parecer impressão minha, mas com o passar deles, dos anos, parece-me que se sucedem mais rápidos, como o passar dos meses, das semanas, dos dias, das horas…

Fico sempre com a sensação de querer ter feito mais qualquer coisa, de querer ter aproveitado melhor) ainda melhor) cada minuto de 2019.

Com o final do ano chegam também as previsões para o novo ano, as estatísticas e os números do ano que passa e há vários assuntos que gostaria de tocar neste último editorial de 2019.

Saúde: o Estado que queremos

O estado da saúde em Portugal é sintomático da impossibilidade política de escolhermos o melhor de dois mundos. O PS optou por comprar os votos dos funcionários públicos com um horário de trabalho reduzido e um salário mínimo superior ao dos trabalhadores do privado, os portugueses optaram por votar no PS, e o Estado optou por comprometer os cuidados de saúde para pagar os votos comprados. A política é feita de opções.

Setecentos mil eleitores não têm quem os represente

Foram quatro milhões e novecentos mil os portugueses com votos válidos nas últimas legislativas. Destes, setecentos mil não contribuíram para eleger nenhum deputado. A culpa não foi deles, que se disponibilizaram para ir às urnas escolher os seus representantes, nem foi dos candidatos, cujas propostas conseguiram captar o seu interesse e aprovação. Foi mesmo da lei eleitoral que temos, que faz corresponder os círculos eleitorais aos distritos administrativos de 1835.

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