O plano de marketing da Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo (ARPTA) para o próximo ano já está aprovado e tem como grandes prioridades o reforço e a consolidação do trabalho de promoção do destino a nível internacional.
De acordo com o Jornal Alto Alentejo, entre as várias novidades dadas a conhecer, estão “a aposta na captação de eventos de trade”, no Reino Unido, no Brasil, nos Estados Unidos da América (EUA) e no Canadá, e “o lançamento de novas linhas de ação para o segmento high end e para os produtos e serviços de Alqueva”.
Outros dos grandes destaques deste documento, elaborado com base no envolvimento de associados privados e públicos, estão a apresentação de Évora 27 na rede consular e de embaixadas, em parceria com a Associação gestora da Capital Europeia da Cultura, e a promoção da Cidade Europeia do Vinho, no Baixo Alentejo, e das Festas do Povo de Campo Maior, na FITUR, em Madrid, em janeiro do próximo ano.
O presidente da ARPTA, José Santos, afirmou que vai ser reforçado o foco no mercado espanhol, o que já começou a ser feito, e no mercado brasileiro, sendo para manter os investimentos na Alemanha, nos EUA, no Reino Unido e nos Países Baixos, entre outros.
O ano de 2026 fica marcado pela “captação de dois eventos de trade do mercado brasileiro de duas redes de operadoras muito influentes, a Braztoa e a INTEREP, a que se somam outras ações de relações públicas e de promoção neste mercado que pretendemos recuperar”, sublinhou.
“Com o reforço do orçamento através do Plano Extraordinário de Promoção, decidido pelo Governo, a contratação de três novas assessorias para os mercados alemão, inglês e francês, bem como o aumento do dispositivo técnico – passaremos de um gestor de mercado a tempo inteiro, para três, estamos a cumprir o plano de mandato com o qual nos apresentámos aos associados em final de março”, acrescentou o responsável, que contou com o Diretor Executivo da ARPTA, António Lacerda, na aprovação do plano e orçamento.
Em 2025, o Alentejo registou, até outubro, um crescimento de 4% nos hóspedes internacionais e de 4,3% nas dormidas de estrangeiros, mais do dobro da média do país e acima da maioria das outras regiões.
Fotografia de jn.pt