A Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA) acaba de anunciar que já tiveram início várias obras de requalificação em extensões de saúde da região, no âmbito do Programa de Recuperação e Resiliência (PRR).
Em comunicado, a ULSBA refere que a execução das obras é da responsabilidade dos respetivos municípios e, em alguns casos, “implicará a utilização de instalações alternativas para garantir a continuidade dos cuidados de saúde”.
As Extensões de Saúde do Rosário e da Semblana têm o início das obras agendado para dia 8 de setembro, tendo a Câmara Municipal de Almodôvar assegurado, “em caso de necessidade”, o transporte dos utentes destas extensões de saúde para a sede do Centro de Saúde.
A ULSBA avisa ainda que a o atendimento dos utentes inscritos nestas duas extensões de saúde será feito na Sede do Centro de Saúde de Almodôvar, a partir do dia 1 de setembro. Também está prevista a deslocação de assistente técnico do Centro de Saúde de Almodôvar às Juntas de Freguesia do Rosário (às terças-feiras, das 13:30 às 15:00) e da Semblana (às segundas-feiras, das 14:00 às 16:00), para recolha de pedidos de receituário.
Já as obras de requalificação da Extensão de Saúde de Vila Nova da Baronia começaram na passada segunda-feira. Assim, durante o mês de agosto, o atendimento dos utentes inscritos na Extensão de Saúde de Vila Nova da Baronia passou a ser efetuado nas instalações da Casa do Povo de Vila Nova da Baronia e na sede do Centro de Saúde de Alvito.
Também a Junta de Freguesia de Vila Nova da Baronia assegura o transporte dos utentes da Extensão de Saúde de Vila Nova da Baronia para a sede do Centro de Saúde de Alvito.
As obras na Extensão de Saúde de Casével iniciaram-se na última semana de agosto, não interferindo com o atual funcionamento da Extensão de Saúde de Casével.
Por fim, o início das obras na Extensão de Saúde de Garvão está previsto para a primeira quinzena de setembro, não interferindo com o atual funcionamento da unidade.
“O Conselho de Administração da ULSBA agradece e reconhece o esforço e a colaboração dos vários municípios e Juntas de Freguesias, essenciais quer para a execução destas obras de requalificação, como para a procura de soluções alternativas que garantam/minimizem o acesso dos utentes aos cuidados de saúde primários durante este período de transição”, acrescenta a mesma fonte.