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Tradição

O QUE TEM O FERIADO DE HOJE A VER COM O ALENTEJO? MUITO

Hoje, dia 8 de dezembro, feriado, é assinalado Dia de Nossa Sra. da Conceição, rainha e padroeira de Portugal.

De base cristã, este feriado celebra Maria, - original hebraico Miriam, "Senhora da Luz"- filha de Santa Ana e de São Joaquim, e que, segundo algumas teorias históricas, descente de David, Rei de Israel.

PRESÉPIOS EM TAMANHO REAL INVADEM REGUENGOS DE MONSARAZ

Uma marca já indissociável do Natal alentejano é o Presépio de rua, em Monsaraz.

Com dezenas de figuras em tamanho real, a 18ª edição deste presépio estará patente até dia 6 de janeiro de 2018

Este ano estarão expostas 46 figuras em tamanho real e que surge pela mão da escultora Teresa Martins, e são feitas em ferro e rede recobertas por panos impermeabilizados de cor crua, pintadas em tons pastel, rosa velho e lilases; as caras e as mãos são feitas em cerâmica.

FIGOS E TANGERINAS

Na semana passada, escrevi sobre pastéis de nata e sobre pastéis de bacalhau e sobre coisas. Hoje, a chuva já chegou e a terra já absorveu a água que tanto ansiava, livrando-se da secura que faz com que as goelas se agarrem umas às outras e se tornem uma só. A chuva trouxe às plantas e à terra a cor e a força que precisavam para germinar.

PÃO ALENTEJANO VAI SER CERTIFICADO

O Pão Alentejano quer obter certificação. O projeto já está em curso e, a 6 de dezembro, decorrerá em Beja, no auditório do Instituto Politécnico, o Seminário “Da Qualificação à Certificação do Pão Alentejano”.

Esta iniciativa vai estar aberta a todos os interessados e é só mais uma iniciativa que visa a uma futura certificação desta marca identitária do Alentejo: o pão.

COISAS

Hoje é dia de escrever sobre coisas. Não é porque não me apeteça escrever uma longa crónica sobre coisas longuíssimas, como serpentes ou fitas métricas, mas porque me apetece escrever estas coisas. Sendo alentejano, gosto de falar de coisas dizendo tudo sem dizer nada. A minha avó, quando falava de alguma coisa, falava de o coiso ou a coisa. Referia-se a tudo, sem especificar exatamente o que quer referir. Mas hoje é dia de coisas. Ora vamos lá.

ESTREMOZ EXPÕE PRESÉPIOS ARTESANAIS LOCAIS

Surgiram pela mão de artesãos locais os 20 presépios – feitos nos mais variados materiais –  que estarão expostos em Estremoz, na Galeria Municipal D. Dinis, até dia 5 de janeiro.

Pelo 11º ano, a exposição "Presépios de Artesãos de Estremoz", nesta mostra referência de presépios à a destacar os feitos em barro, os típicos “Bonecos de Estremoz” e que em breve -de 4 a 9 de dezembro – se espera possam ser considerados mais um Património Cultural Imaterial da Humanidade do Alentejo pela UNESCO.

ODEMIRA SÓ VÊ MEDRONHO

Vem aí uma semana em que Odemira, e por quem lá passar, só vai ver medronho, pois inicia-se dia 20 a “Semana Gastronómica de Odemira” e a estrela será o medronho.

Até dia 26 de novembro, vai poder provar diversos pratos ou petiscos e sobremesas com medronho nos diversos restaurantes.

BONECOS DE ESTREMOZ QUASE PATRIMÓNIO MUNDIAL

O início de dezembro – de 4 e 9 - pode ditar mais um Património Cultural Imaterial da Humanidade par ao Alentejo se a UNESCO decidir aceitar a inclusão dos típicos “Bonecos de Estremoz”, produções de figuras em barro, na Lista Representativa do Património Cultural Imaterial da Humanidade.

Este ano, a Reunião do Comité Intergovernamental da UNESCO para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial, vai acontecer na Coreia do Sul.

 

Imagem de i.pinimg.com

SONORIDADES & SABORES - MÚSICA TRADICIONAL E GASTRONOMIA EM ODEMIRA

Está de volta ao concelho de Odemira o roteiro de música tradicional e gastronomia “Sonoridades & Sabores”.

Serão seis os momentos agendados no roteiro, de novembro e janeiro, e que juntarão os melhores petiscos da região e o som do cante ao baldão, da viola campaniça, dos acordeonistas, dos poetas populares, dos grupos de música tradicional e do fado.

OS CÃES PASSAM E A CARAVANA LADRA

Era uma família nómada que vivia ali na beira do rio. Eram hippies alentejanos que tinham aprendido a conviver com a natureza de forma tão natural que se confundiam com a própria natureza em si. A mãe era as águas e o pai a terra de onde floresciam os vegetais e as frutas com que se alimentavam todos os dias do ano. A mãe era calma como as águas dos ribeiros, sem ondas que só suavemente se tornavam em ondulação. A mãe nunca gritava e nunca se chateava com os quatro filhos que tinha. Vivia no pacifismo das águas. Podiam ter-lhe dado, até, em honra disso, a alcunha de Mãe Água.

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