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Tradição

«Da Terra ao Céu» o documentário que honra os mastros

«Da Terra ao Céu» é o nome do documentário que honra os mastros, essa marca tão típica das festas populares alentejanas e que, ao longo dos tempos, tantas histórias tinham para contar.

Com estreia marcada para 3 de Maio, em Odemira, o mastro surge de uma mescla de conceitos como o de fé, o sagrado, o ritual, a promessa, a tradição ou a celebração.

A Confraria Gastronómica do Alentejo está de parabéns!

A Confraria Gastronómica do Alentejo - CGA comemorou, na passada segunda, 25 de março os seus 25 anos de existência.

Em 1994, um grupo de cidadãos alentejanos quis promover e divulgar a gastronomia do Alentejo e tomou a iniciativa de fundar esta confraria em prol da cozinha Alentejo, dos seus saberes e sabores culinários e produtos.

Os sabores da tradição marcam fim de semana no Baixo Alentejo

Em Castro Verde e em Beringel serão os sabores da tradição a marcar o fim de semana.

Em Beringel serão os “Sabores no Barro" que vão promover a localidade e as marcas e sabores do Alentejo, numa festa que alia a tradição da olaria, a gastronomia e o cante alentejano. 

A organização é da Junta de Freguesia de Beringel numa estreita parceria com as associações da freguesia e a Câmara de Beja.

Tem um fim de semana para provar as 1001 açordas de Portel

É o prato mais típico do Alentejo e, quiçá, dos mais simples. Já dizia a letra da moda que “é fácil fazer, dá pouco trabalho: água a ferver, coentros e alho” aos quais se junta o bom pão alentejano, duro de preferência e os ovos.

Isto se for mais tradicionalista, acontece que em Portel, na 13ª edição Congresso das Açordas, a variedade é grande e há açordas para todos os gostos e com os mais variados ingredientes, do tomate aos cogumelos, passando pelo marisco e outros, e que vai poder provar, de hoje até domingo, perto do terminal rodoviário da vila.

Mértola diz “Viva a túbera”

Mértola vai dizer “viva a túbera” quando – a 23 e 24 de março – se realizar a primeira edição do Festival da Túbera.

A túbera - um recurso endógeno desta região – e é uma iguaria extremamente apreciada nas suas mais variadas formas de ser cozinhada, especialmente com feijão, com arroz ou com ovos.

Nesta iniciativa da Junta de Freguesia de Mértola, os apreciadores vão poder provar túberas das mais variadas formas e vão ainda poder participar em workshops de apanha e confeção de túberas.

Alandroal: Mostra do Peixe do Rio com data e com o chef José Júlio Vintém

Já há datas para a edição 2019 da já tradicional Mostra do Peixe do Rio de Alandroal e que vai já para a sua Xª edição.

Este ano será realizada 8 a 17 de março, e traz uma surpresa, a participação do chef alentejano José Júlio Vintém.

Numa organização da autarquia, em colaboração com os restaurantes participantes, o Alandroal convida a provar esta iguaria ainda desconhecida de muitos, mas também a visitar os monumentos e locais de interesse do concelho, num programa que se garante vasto e eclético.

 

Imagem de normark.pt

O jogo egípcio que encantou os alentejanos

Diz-se que o alquerque – do árabe “Al-Quirkat” um antigo jogo árabe - terá tido a sua origem na terra dos faraós, no Egipto, e que terá chegado à Península Ibérica pela mão dos muçulmanos.

Este jogo está presente em muito do foi a cultura lúdica do povo alentejano ao longo dos séculos e são estes jogos ancestrais que estão em destaque na última edição da conceituada revista “National Geographic”.

Moura já prepara Dia de Reis

Ano novo e a tradição mantém-se em Moura com o tradicional Cântico aos Reis.

"Roncas do Castelo" em Elvas, uma exposição do mais peculiar dos instrumentos

Capela e Silva define a ronca como uma vasilha de barro, à qual se ata na boca uma pele de coelho ou de borrego, tendo presa ao centro uma cana muito delgada. É friccionando a cana com a mão humedecida que se tira da ronca um som cavo, ou ronco arrastado, com o qual se acompanha na quadra de Natal os cantes ao Menino. Este instrumento musical foi muito provavelmente introduzido na Península Ibérica a partir do séc. VIII, com a chegada de diversas tribos berberes do norte de África, de onde será original.

Cante(mos)

“Um povo que canta não pode morrer.” É esta a frase de Giacometti que tem lugar de destaque na Casa do Cante, em Serpa.

Quase a fazer quatro anos da nomeação do Cante Alentejano como Património Imaterial da Humanidade pela UNESCO, o Cante reconquistou a sua importância no coração dos alentejanos e é agora presença assídua em eventos e festivais de música.

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