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Terrorismo

11 DE SETEMBRO, UMA DATA QUE A EUROPA VAI ESQUECENDO

Eram precisamente 8:46h (13:46h hora de Lisboa) quando o voo 11 da companhia americana “American Airlines”, com destino inicial para Los Angeles, embateu na Torre Norte do World Trade Center (WTC). O avião que tinha levantado voo às 7.59h, em Boston, levava a bordo 11 membros da tripulação e 81 passageiros, 5 dos quais terroristas que o viriam a sequestrar.

NÃO, NÃO É SÓ MAIS UM...

NO passado Sábado, Londres voltou a sofrer um atentado, desta feita em vários pontos turísticos da cidade em que as pessoas se tinham reunido para assistir à Final da Liga dos Campeões.

Rapidamente as redes sociais se encheram de posts e comentários a afirmar que era “mais um”, como se algo de normal se tratasse.

Não, não pode ser mais um. Não podemos começar a deixar que estes atentados se transformem em normalidade.

11 DE SETEMBRO: AINDA SE VÊ O FUMO

Lembro-me perfeitamente do momento do atentado.

Era um jovem universitário a fazer zapping compulsivo na tentativa de encontrar uma desculpa para não pegar nos livros, quando – passavam uns minutos das 9:03h em Nova Iorque, 14:03h em Portugal – ao ver um pasmado José Rodrigues dos Santos, paro na RTP1 e vejo um jornalista experiente - cujas primeiras memórias me enviam para a Guerra no Golfo, estando, como tal, habituado a cenários difíceis – atónito, a tentar explicar o que estava a acontecer nas imagens que se viam em direto dos Estados Unidos.

O REINADO DA INSEGURANÇA

O medo. O medo de falhar. O medo de não estar à altura. O medo de que exista alguém melhor.

Em vários sectores da sociedade este é o factor que impera.

No laboral, as pessoas vão trabalhar num stress constante, sem certezas de futuro e sempre com o fantasma da crise por trás.

Na vida em sociedade há a pressão de se estar sempre bem e não deixar má imagem ou impressão.

Até na vida pessoal, a ansiedade impera, com o medo de não sermos suficientemente perfeitos junto daqueles que amamos e com os quais nos preocupamos.

O ALENTEJANO QUE MORREU A COMBATER O TERRORISMO

Mário Nunes - que em fevereiro de 2015 tinha desertado da Base Aérea 11, em Beja, para se juntar às YPG uma milícia curda que combate o Daesh - já tinha sido alvo de várias reportagens sobre o facto de ser um dos poucos portugueses que combatia voluntariamente contra o Estado Islâmico – Daesh, no Médio Oriente – volta agora a ser notícia pelo seu falecimento, a 3 de maio, precisamente em combate contra os terroristas.

POR TODAS AS JO COX DO MUNDO

Ao longo desta semana, o Mundo chorou e ainda chora a morte de Jo Cox, violentamente assassinada enquanto participava numa acção de dinamização da campanha pela permanência do Reino Unido na União Europeia.

UMA EUROPA ARMADA "ATÉ AOS DENTES"!

ENTRE NAÇÕES

Eu tenho um hobby! É a forma perfeita de começar esta crónica! Esse hobby chama-se viajar, não no sentido literal da palavra pois a viagem em sim, o deslocar de um ponto X a um ponto Y, é algo que é tremendamente chato, enfadonho e cansativo! O meu gosto por viajar é um gosto por descobrir e conhecer. Descobrir e conhecer novos povos, novas culturas, novos hábitos, novos modos de vida diferentes dos meus, e beber do enriquecimento e sabedoria que a interacção com outras culturas nos concede.

MÉRTOLA VAI AJUDAR A COMBATER O DAESH

O combate ao terrorismo islâmico passa por estudar arqueologia, no Alentejo? A Universidade de Évora (UÉ) e o Campo Arqueológico de Mértola (CAM) acreditam que sim, e assim surgiu a criação da Cátedra de Ensino em Arqueologia Cláudio Torres, que é simultaneamente uma homenagem ao trabalho do arqueólogo homónimo, Prémio Pessoa e Doutor Honoris Causa 2001, pela UÉ.

PORQUE PRECISAMOS URGENTEMENTE DE SERVIÇOS SECRETOS EUROPEUS?

A Europa como a conhecemos atravessa um período de desafios de calibre elevado. O fluxo de refugiados, o descalabro líbio, o conflito sírio e a proliferação do Daesh a sul, o conflito ucraniano a leste, as pressões russas na fronteira com os Estados bálticos a norte, e a ameaça terrorista interna, constituem neste momento as maiores preocupações na esfera europeia.

E DEPOIS DO ADEUS

Depois de uma longa ausência (ou pelo menos assim pareceu) regresso hoje à minha coluna de opinião no Tribuna, e começo no dia que entra em vigor o Orçamento de Estado para 2016.

A primeira observação que tenho a fazer, é que, pese embora o governo tenha sido de umas eleições decorridas quase há 6 meses, só agora começa a gestão do Governo, porque a realidade insofismável é uma: António Costa começa a gerir segundo os pressupostos que o seu governo definiu.

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