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Sociedade

Um novo ano, o mesmo problema

Esta semana saíram as colocações no Ensino Superior. Com o conhecimento da Universidade em que ingressaram, muitos estudantes enfrentam agora o desafio de encontrar um quarto ou uma casa na cidade em que ficaram colocados.

Com o elevado preço das rendas e as escassas condições oferecidas a escolha fica ainda mais difícil para estes estudantes e para os seus mais que, em grande parte dos casos, são os responsáveis pelo suporte destas despesas.

Em cidades como Lisboa, chegam-se a pedir 500 euros por um T0.

D de Dor

Tantas palavras há para falar entre aquelas que começam pela letra D. Optei por começar a escrever sobre algo que todos nós, algum dia já sentimos – dor. Seja ela física, emocional, racional, irracional. A dor é comum a todos nós e em tantas situações devastadora. Dói quando falamos de dor. Dói quando nos sentimos sós ou quando alguém, através de qualquer palavra, começada por qualquer letra nos trespassa o coração sem qualquer piedade.

Em Évora corre-se por quem precisa e todos podem ajudar

Será já na próxima sexta-feira, dia 30 de agosto que, em Évora, se vai voltar a correr por quem precisa com uma corrida de 10 quilómetros e uma caminhada de pouco mais de 5 kms.

Promovida pelo ultramaratonista portalegrense e residente em Évora, João Artur Tomaz, este ano a corrida reverte a favor de “O Casulo - Associação de Desenvolvimento Sociocultural Évora”.

A concentração está marcada para as 21h, na Praça de Giraldo, e não tem qualquer carácter competitivo.

Uma crónica literária começada com B

Belzebu nasceu de um corno de Pã. Mau como as cobras, a figura teve de fugir do meio onde se encontrava. Já tinha feito mal a mais de metade da povoação onde vivia. Belzebu, feio como uma besta, cara de bezerro e corpo de burro, arranjava sempre conflitos com toda a gente que morava na povoação. As pessoas, seres humanos que desconheciam a verdadeira origem e natureza de tal ser, cujo nome começava por B, falavam dele sempre de modo pejorativo. Diziam as pessoas, ah filho de um corno. Mal sabiam que era mesmo filho do corno de Pã.

Faz anos hoje - 7 de agosto

A 7 de agosto de 1816, Simón Bolívar, na luta pela independência da Venezuela, derrotou a Espanha na batalha de Boyacá.

Na mesma data em 1907, em Portugal foi publicado o decreto sobre o descanso semanal obrigatório.

A 7 de agosto de 1955, tiveram início os trabalhos da construção do metropolitano de Lisboa.

Casca de Limão

O local onde se passa a nossa crónica de hoje é um pântano, onde em vez de água pútrida, havia sumo de limão apenas. Incrível, não é? A possibilidade de tal acontecer, de tão remota, deixava todos boquiabertos. O motivo de aquilo ocorrer era um mistério, porque tão perto não havia qualquer sinal de limoeiros nem limões.

Cartuxa fecha as portas, de vez

Os Monges da Ordem da Cartuxa vão abandonar Évora, até final do ano, e vão para mosteiro em Espanha.

Os quatro monges cartuxos - dois octogenários e dois nonagenários – sentem-se já poucos para manter a vida da Cartuxa de pé, como confessou o padre Antão Lopez, monge e prior da Cartuxa de Évora.

Évora procurou "inspiração para um mundo melhor"

Este foi o quarto ano consecutivo em que a Fundação Eugénio de Almeida (FEA) promoveu um evento IGNITE Portugal.

Estes eventos surgiram em Seattle nos Estado Unidos, há cerca de 13 anos, e foi trazido para Portugal, em 2009, por Miguel Muñoz Duarte, empreendedor e docente em empreendedorismo.

O tema proposto desta edição – que decorreu no dia 11 - foi “powering a better future” e foram convidados oradores que fossem verdadeiramente inspiradoras em áreas importantes e distintas como o ambiente, o desenvolvimento social, a educação ou as tecnologias, entre outras.

O relâmpago

Naquele tempo, quando os ventos andavam pelo Mundo e ainda tinham corpo físico, quando a chuva tinha a forma gasosa e só acariciava levemente as plantas, os rostos dos animais e as terras do mundo. Naquele tempo, quando ainda não havia seres humanos nem casas, os elementos naturais viviam ainda em livre vontade e eram como que espíritos e pessoas que navegam pelas terras do mundo, ao sabor da natureza.

A breve ascensão dos Zés Ninguéns - They Live

“One of the lost masterpieces of the Hollywood left”, mais coisa menos coisa, é desta forma que Zizek começa o pequeno trecho sobre They Live (1988), de John Carpenter, no seu último documentário sobre cinema, The Pervert’s Guide to Ideology.

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