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Sociedade

IV. O dia seguinte

O dia seguinte à morte de Amaro amanheceu menos frio do que os dias anteriores. A neve e o gelo que se instalara naquela cidade começou a desaparecer. Tal como o calor do corpo de Amaro que se diluiu com o seu último sopro, as ruas também se começaram a libertar do fogo fátuo.

Viana do Alentejo mantém IMI no mínimo

A Câmara de Viana do Alentejo decidiu manter a taxa mínima do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) para 2019, nos mínimos, continuando fixada em 0,3%.

A par desta percentagem, o município mantêm também os descontos no imposto a pagar para os agregados familiares com filhos, sendo a redução de 20 euros para famílias com um filho, de 40 euros para as que têm dois e de 70 euros para as que têm três ou mais filhos.

As microempresas com um volume de negócios inferior a 150 mil euros por ano estão isentas de derrama.

III. O outro lado da porta

Amaro fez a barba com uma máquina usada e enferrujada que usava uma vez por semana. Os pelos tinham-se tornado demasiado resistentes àquela velha máquina. Deixou-lhe a cara marcada de feridas e áreas em que os pelos teimaram em ficar. Ficaria um pouco melhor do que aquilo que estava antes. Pousou a máquina em cima do lavatório e não mais se lembrou dela. Amaro tivera sempre uma relação sempre complicada com a casa de banho. Apesar de ser o sítio em que estava na intimidade consigo mesmo, em que deixava sair a imensidão de dores e a imundice.

“Dos montes para a vila” abre Ciclo de Colóquios em Avis

Avis vai ter um ciclo de colóquios, os “Colóquios no Convento - A História de…” – mensalmente e até julho - e que trará à vila alentejana vários especialistas.

Já no dia 12 de janeiro, pelas 16h, no Auditório do Centro Interpretativo da Ordem de Avis (CIOA), no Convento de S. Bento, decorrerá o primeiro: “Dos nossos avós e a transição da vida para os montes e para as vilas”, com a participação da Professora Doutora Maria Antónia Pires de Almeida, do Centro de Investigação e Estudos de Sociologia do Instituto Universitário de Lisboa.

Nisa garante transporte social e une as suas freguesias

Terá início amanhã, dia 7, o projeto da Câmara Municipal de Nisa e que garantirá o acesso aos transportes a toda a população.

Sob o nome de “Transporte Social”, os principais beneficiários serão os residentes nas freguesias rurais do concelho que verão assim melhoradas as acessibilidades entre as freguesias rurais e a sede do concelho.

A autarquia garante que este é um projeto pioneiro na área da mobilidade e transporte e garantirá uma alternativa válida e suplementar de transporte social aos munícipes das freguesias afastadas da sede de concelho.

I. O início

No meio de um suspiro sôfrego, meio desencantado com a situação que se tinha instalado, Amaro levantou-se do colchão duro que o incomodava ostensivamente e inclinou-se na cama.

Beja com mais um parque de estacionamento e parquímetros com horário reduzido

Foi submetida, este mês, uma nova candidatura da autarquia de Beja para a construção de um novo parque de estacionamento, junto à Estação Ferroviária.

Orçado em 88.614 euros - cofinanciado pelo Programa Operacional Regional Alentejo 2020 – e de acordo com o executivo liderado por Paulo Arsénio, este parque vai facilitar a vida a todos os que utilizam a estação ferroviária da cidade e é de muita importância na mobilidade da população residente e dos visitantes, dada a sua localização, muito próxima de vias diretas ao centro da cidade.

Serpa e a UNESCO desafiam: “O que é a felicidade?”

Há uma pergunta simples e de resposta complexa que é a base da iniciativa que junta Serpa à UNESCO: “O que é a felicidade?”

Foi para encontrar respostas que a Biblioteca Municipal Abade Correia da Serra, em Serpa, se associou a um concurso promovido pela Rede das Bibliotecas da Comissão Nacional da UNESCO para a realização de um cartaz alusivo ao tema “O que é a felicidade?”.

Um atraso estruturante

(O atraso mental estruturante) – (ou a perturbação e pele de galinha) – (ou o empreendedorismo híper-democrático versão youtuber):

 

Encontro de alienígenas – Sábado à noite –

Será que por uma vez podemos dizer que vivemos tempos estranhos sem incorrer num óbvio e recorrente exagero? Sim, podemos e devemos dizer que sim, afinal o caso é extremo.

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