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Sociedade

Os temas da atualidade em debate e em direto

Vêm aí mais conferências/debate on-line da Associação Artística Vimaranense – ASMAV com a colaboração do Mais Guimarães e do Tribuna Alentejo.

Raquel Varela, Rui Tavares, Ana Gomes, Francisco Assis, André Teixeira, Manuel Sarmento, Elísio Estanque, Francisco Teixeira da Mota, Rua Assis, Inês Machado, Manuel Sarmento, e Rafael Marques são os nomes que compões os painéis que debaterão temas da atualidade.

Liberdade para a imprensa é liberdade para si

Hoje é 3 de maio. Não é um dia de celebrações sociais, nem encontrará muitas referências onde quer que seja. Mas hoje é um dia importante, não pelo dia em si, mas por tudo o que representa.

O Dia 3 de maio é Dia Mundial da Liberdade de Imprensa. Criado em 1993, pelas Nações Unidas com base no artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos:

Novembro

Eis que chega o mês em que a nossa história, está semi-novela mexicana, este exercício de incursão neste tipo de textos, que faço pela primeira vez e que, confesso, não é fácil encontrar acontecimentos e temas que mantenham o leitor agarrado ao continuar da história e que tenham interesse para chegar até ao fim.

Aquilo que já causei a Eloísa é confrangedor, muitas vezes dei-lhe os maiores desgostos. Tantas outras fiz com que fosse a mulher mais feliz da vida. Já lhe dei vida e já a fiz perder. Não acreditais? Na próxima semana sabereis.

O poder do Estado cada vez mais dominante

Para quem como eu prefere menos Estado, mas melhor Estado, começa a ficar assustado com o evoluir da situação. Com a crise provocada pelo COVID 19 o poder do Estado aumentou brutalmente. Se já vivíamos num Estado omnipresente e omnipotente, então a situação ainda se tornou pior.

Autosabotagem

Desconsidero qualquer tipo de saudação para esta redação, pois não cumprimento quem não é correto e já saiu de mim há muito tempo; e também porque é particularmente difícil para mim escrevê-la, e ainda tive de consumir uns sete cigarros antes de me iniciar. Aviso, desde já, para teres cuidado sempre que lês as minhas palavras, porque estás a vestir a minha alma sufocada, mórbida; espero que saibas como utilizar tal vestimenta. Eu dispo-me para todos vós sempre que escrevo. Decomponho-me sempre que vos escrevo. Suplico um enorme respeito, porque já sei que se o pedir não mo vão dar.

Outubro

Eloísa já não era a mesma. Carregava dentro de si e vivia o amor de Pablo! A vida que nela crescia não lhe tinha sido forçada. Era o fruto do amor entre os dois.

Sabia que Pablo era o homem mais carinhoso e que nada além dele a poderia satisfazer mais, a todos os níveis. O que lhe tinha acontecido durante o mês de setembro tinha mudado tudo. Talvez fosse a mudança de estação, talvez o desequilíbrio hormonal da gravidez.

"Está a pandemia a ameaçar a democracia?"

Aproxima-se mais um 25 de Abril, este de modo um pouco diferente, em virtude da COVID-19, mas com a mesma necessidade de se relembrar e de se comemorar a Liberdade.

Quarentenar os sentimentos?

«Ninguém morre de amor» têm vindo a dizer-me repetidamente; mas tu morreste. «Ninguém realmente aguarda por ti assim tanto tempo» têm vindo a precaver-me; mas tu esperaste. Não queremos saber, nem utilizamos relógios. Coincidências? Telepatias. Esquece tudo aquilo que aprendeste nas Matemáticas, nas Químicas e nas Físicas. Não precisamos disso; somos de letras. Nascemos e morreremos nas frases. Dissolve as memórias dos metros, litros e graus no teu chá matinal; talvez o tempo seja o único indicativo de medição perfeito e aceitável, porém, algum dia é sempre tarde.

Setembro

As ilhas eram o paraíso! Nada daquilo era metade do que Eloísa tinha imaginado. Era muito melhor! Inimaginável era a palavra que podia descrever o sentimento daquela mulher.

Pablo era o homem mais querido do mundo para Eloísa. Os homens que tinha conhecido e eram muito poucos, nenhum a tinha amado.

O único homem que tinha ando Eloísa era Pablo. Porém, nesses primeiros dias algo aconteceu que transformou a nossa história.

Numa das das festas, nessas primeiras noites loucas em casa de Pablo, apareceu Rodrigo.

O meu superpoder

Tenho um superpoder. Num tempo indeterminado, que penso que sejam segundos, consigo voltar anos atrás e sentir tudo. A minha pele regressa ao passado e com ela, a minha mente. O meu coração. Os meus olhos. O ar que, agora, não consigo respirar.

Olho ao meu redor e estou num labirinto. Não sei o que aconteceu. O que me aconteceu. É tão familiar para mim que já não me assusta. Será?

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