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Sociedade

Milagres e questões essenciais

O milagre que afinal não o é assim tanto

Uma canção dos Pink Floyd perfeita sem a participação na composição de Syd Barrett? A resposta lógica à questão anterior terá sempre de ser: Não! Nem pensar!

Cá ou lá?

Marisela Archeira tinha cara de poucos amigos e um feitio como havia poucos. A senhora destacava-se na comunidade onde residia por ser a mais rígida das mulheres. Daí teria surgido a sua alcunha Archeira, isto porque atirava e acertava a direito!

Marisela Archeira tinha nascido de uma família de nome, rica e com propriedades. Mas Archeira não era do tipo emproado que ficava usando vestidos de fole e não se preocupava com o bem estar dos seus bens. E bens tinha em género, espécie e numerário.

Marisela Archeira tinha vacas, cabras e ovelhas. Tinha galinhas, coelhos e fracas.

Notre-Dame a cinza

Ao longo dos séculos, muitos foram os ícones históricos que foram sendo destruídos pelas mais variadas razões, desde a biblioteca de Alexandria ao Colosso de Rodes – há séculos atrás – aos Budas de Bamyan, as cidades antigas de Palmira, Hatra ou de Nínive destruídas recentemente pelos terroristas talibans.

Em 1666, um gigantesco incêndio consumiu Londres durante quatro dias e 80% da cidade medieval inglesa desapareceu e a também mítica Catedral de São Paulo teve que ser reconstruída.

Beijo, beso, bacci, kiss…

Para o escritor De Musset, o beijo era a única linguagem verdadeira no mundo.

Não estaria longe da verdade. Um beijo transporta sentimento; sente-se o que vai dentro de quem beija, a verdade - ou não - desses sentimentos. Um beijo acaba com discussões, impõe-se no meio do silêncio. Tem poder. Tanto que, na história infantil “A bela Adormecida”, tem o poder de acordar de um sono profundo e romper um feitiço.

Hoje, é dia do Beijo.

Outros tempos

Pirilimpimpau era um sítio no imaginário das pessoas que lá viviam, seja lá o que isso significa. Os habitantes de Pirilimpimpau eram os Pirilimpompeiros e tinham a particularidade de viver num lugar em que só se podia entrar e sair uma vez por ano, exatamente no mesmo dia, 13 de abril, que por acaso até é hoje.

Não se esqueça: hoje muda a hora!

Hoje, o último fim de semana de março, a hora muda para o horário de verão, pelo que, quando os relógios marcarem 01:00 deve adiantá-los uma hora, passando a marcar para as 02:00 horas.

Deva acertar os seus relógios: o de pulso, o da cozinha etc. e não se esqueça que no carro também tem.

Este acerto de horas está mesmo convencionado pela União Europeia que esteve prestes a definir um mesmo fuso horário para todos os países no ano passado.

O objetivo era só um e vem desde o século XVIII, quando Benjamin Franklin, nos Estados Unidos da América, queria poupar velas.

Entropias

Ora, eu naquele sábado entro em Pias, pela entrada que vem do lado da Nacional 2, chego a um café e peço um copo do tinto, daquele do bom dali da terra. Não se tratou de uma grandeza termodinâmica que mensura o grau de irreversibilidade de um sistema, mas sim da minha vontade insuperável em beber um copo daquele tinto de Pias e aproveitar um bom de um queijinho de Serpa. Dei a chave aos meus companheiros de viagem e joguei-me ao copo, mastiguei um bocado de pão e deixei que as minhas papilas gustativas devorassem e se arrepiassem com aquele meu gesto pecaminoso.

Elvas assinala Dia Mundial da Saúde pleno de atividades

Será no próximo dia 7 de abril, Dia Mundial da Saúde, que Elvas irá receber a primeira feira da Saúde.

A iniciativa é da Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla – SPEM e conta com o apoio da Câmara Municipal de Elvas.

Entre os objetivos principais estão: reforçar a importância da prevenção, da educação para a saúde e a promoção de estilos de vida saudáveis de forma interativa.

Caspa

Todo o dia. A todas as horas. A todo o momento. Caspa. Kasparov, o famoso jogador de xadrez, sofria de caspa e isso era uma enorme maçada que impedia um xeque-mate perfeito. Na sua vida de campeão, aquela neve branca que se lhe assentava sobre os ombros, tornava-se num peão que não andava muito. Kasparov havia de se habituar, mas já tinha perdido uns jogos à conta disso. Os tabuleiros pareciam a Guerra dos Tronos e, da cabeça do jogador, caía a neve e o Inverno estava a chegar.

O piolho aventureiro

Baseado em história verídica, este texto não aconteceu mesmo. Começa, como todas as boas histórias com um era uma vez. Neste caso era um piolho.

O piolho, ao qual me afeiçoei, e isto só partilho convosco, chamava-se Lhinho, diminutivo de Piolhinho. Era uma coisa carinhosa. Creio que aquilo que mais me despertou a atenção foi o facto de o piolho a quem nos dedicamos ser detestado por toda uma comunidade humana.

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