Está aqui

Sociedade

A Lage

Reza a lenda que, num sítio muito distante, numa aldeia perdida do meio da Serra do Caldeirão, concelho de Almodôvar, freguesia de São Barnabé. A aldeia chamava-se Cerro da Ursa. Nessa aldeia, vivia um homem. Este homem levava uma vida simples. Cuidava de um pequeno rebanho e tratava das suas hortas. Nos montes ao lado viviam outras pessoas, mas é dele que reza a lenda. Não sei o nome do homem, sei só como ocupava os seus dias.

Cataratas

Lá bem atrás dos montes da Serra do Caldeirão, numa umbria, onde o sol deixava que a vegetação medrasse com mais força, vivia uma família de dois idosos. Tinham sido já novos há muito tempo, quando ainda só havia a telefonia sem fios e se correspondiam as pessoas, quem sabia escrever, através de aerogramas. Nenhum deles saiba ler ou escrever e agora, nestes dias, o que mais os impressionava, era a mudança que as coisas tinham tido.

Um longo caminho ainda por fazer

Assinalou-se ontem o dia internacional para a eliminação da violência contra as mulheres.

Numa semana em que saíram estudos relevantes nesta área, deve ser aproveitada de vez a oportunidade na criação deste dia para se criarem medidas de combate efectivas.

Ainda esta semana se alertou para a necessidade de um maior rigor na aplicação das medidas de coação nos crimes de violência doméstica.

Polémica

Em início de época festiva, o peru foi há dois dias, vulgo, Thanksgiving ou Dia de Ação de Graças, e o Natal a chegar, logo a seguir, para não se perder o ritmo, começa a azáfama das pessoas, a busca intensa de coisas, a desculpa de oferecer prendas. Tudo serve de desculpa para comprar qualquer coisa, gastar uns trocados e oferecer, dar, partilhar.

Évora: Cultura e 70 anos da Declaração dos Direitos Humanos

Em Évora, no próximo 8 de dezembro, a Direção Regional da Cultura do Alentejo vai assinalar o 70.º aniversário da assinatura da Declaração Universal dos Direitos Humanos bem como os 40 anos da Adesão à Convenção Europeia dos Direitos Humanos com um seminário.

Sob o nome “Cultura e Direitos Humanos”, o seminário realizar-se-á entre as 9h30 e as 17h, na Direção Regional de Cultura do Alentejo, na Rua de Burgos, 5, em Évora, e contará com a participação de Andreia Brites, Luís Ferreira e Maria Vlachou.

O Hospital Central do Alentejo em Évora e o Orçamento de Estado de 2019

Bem tentei encontrar uma referência à construção do Hospital Central do Alentejo em Évora no Orçamento de Estado para 2019. Mas não encontrei!

Podia ser um problema de vista, mas nem com uma lupa o consegui descobrir. Nem com uma candeia bem acesa consegui vislumbrar tão importante investimento.

Foi neste sentido que questionei a Sra. Ministra da Saúde em Audição sobre o Orçamento de Estado para 2019.

Alentejo: segundo na União Europeia em mortes na estrada

A região Alentejo é, segundo dados do Eurostat, a segunda região da União Europeia com maior incidência de mortes por milhão de habitantes.

Usando dados de 2016, o Eurostat conclui que em cerca de 430 mil pessoas, o número de 62 vítimas mortais na estrada é bastante significativo – 142 num milhão - e leva o Alentejo ao segundo lugar entre os países da UE só sendo ultrapassado pela região de Severozapaden, na Bulgária com 153 mortes por milhão de habitantes.

 

Imagem de espinho.tv

 

Ninguém ganhou a guerra, nem ninguém ganhará a próxima

Há exatamente 100 anos as balas calaram-se e deram lugar ao silêncio de 10 milhões de combatentes mortos e cerca de 20 milhões de mutilados.

AMAlentejo recorda Sim do Alentejo à regionalização

Na passada quinta-feira, decorreram vinte anos da realização do Referendo sobre a Regionalização.

A AMAlentejo recordou que, há 20 anos, o Alentejo foi a única região do país que votou pelo “Sim” à regionalização e pela criação da Região Administrativa do Alentejo.

Em comemorações que decorreram na Casa do Alentejo, em Lisboa, José Soeiro, da AMAlentejo, referiu que esta é uma nova oportunidade de se olhar para o Interior e que devem ser assegurados os investimentos necessários e que deve ser debatida a criação da CRA - Comunidade Regional do Alentejo.

 

Costureira

Uma mulher que media dois metros de altura. Gigante no meio dos pigmeus. Tão grande, tão grande que o marido cada vez que passeava com ela, chegava-lhe à cintura. Era uma aldeia enorme, cheia de gente pequena. Uma mulher que media dois metros de altura destoava de tudo o resto. Não se enquadrava, mas também há tanta coisa que não se enquadra e, no fim, após nos habituarmos, passa a ser normal. A vida é mesmo assim. Naquela aldeia ou em qualquer outra.

Páginas