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Natal

1300 ESCUTEIROS TRAZEM A LUZ A ÉVORA

Serão cerca de 1300 os escuteiros do Corpo Nacional de Escutas – CNE, de todo o país que se vão reunir em Évora, este domingo, 11 de dezembro, para levarem depois a  “Luz da Paz de Belém” a todo o país.

“A Luz da Paz de Belém” foi acesa na Gruta da Natividade, em Jerusalém - local do nascimento de Jesus – e é uma chama que se encontra sempre acesa na Gruta da Natividade.

“ESPÍRITO DE NATAL” PARA AS CRIANÇAS ALENTEJANAS

Quando já se sentem os efeitos e encantos da época natalícia, crianças de Beja e Portalegre, dos 5 aos 11 anos, vão poder estar na presença do Pai Natal e participar em sessões de teatro interativo com muita festa e animação.

Será entre os dias 12 e 16 de dezembro, que cinco cidades portuguesas - Guarda, Vila Real e Lisboa completam o rol - vão receber o “Espírito de Natal” um camião personalizado, com um cenário alusivo ao Natal, transportando a magia da época ao longo de cinco dias, e onde não serão esquecidas pequenas lembranças para as crianças.

INATEL TRAZ MÚSICA AO NATAL ALENTEJANO

Será com música sacra que a Fundação INATEL vai celebrar este Natal e vai compartir essa música com o Alentejo, ao fazê-lo nas três capitais de distrito alentejanas: Portalegre, Évora e Beja, além de Castelo de Vide.

De 3 a 30 de dezembro, serão 14 os concertos que a Fundação INATEL – através de parcerias -  vai promover, em doze cidades – além das alentejanas, acontecerão também em Coimbra, Braga, Aveiro, Faro, Leiria, Santarém, Guarda, Funchal e Viana do Castelo.

NATAL

Amanhã, quinta-feira, 1 de dezembro, pelas 16 horas, o Pai Natal vai aterrar em Reguengos de Monsaraz e vai fazê-lo de forma algo insólita: num insuflável gigante.

Do programa - que marca o início das festividades natalícias na cidade alentejana – fazem ainda parte um desfile pelas ruas, com o Pai Natal em charrete e acompanhado dos seus duendes, com muitas, muitas surpresas e animação e onde nem a neve faltará.

SOLIDARIEDADE SELECTIVA E OUTRAS HIPOCRISIAS

Devo confessar que nunca fui uma pessoa de cerimónias de bem parecer e á medida que o tempo passa essa minha característica vai-se intensificando, desconfio. O que para uns possa parecer rude da minha parte para mim parece-me apenas honestidade e um quanto de escassez de paciência de que, não se engane, todos sofremos mas poucos admitem. Se durante todo o ano já sofro dessa síndrome quando chegam o Natal e a Passagem do ano essa síndrome aumenta de forma a tornar-se insuportável para uma convivência se não harmoniosa, pelo menos calma entre mim e os restantes seres humanos.

E SE O SEU PRESÉPIO FOSSE FICÇÃO?

Chega o Natal e surgem presépios de todo o tipo: antigos, modernos, de barro, de madeira, de material reciclado, de papel e a juntar, a esta já grande variedade, acabam por surgir sempre outros, ainda menos ortodoxos, como o que apareceu numa localidade do Ohio (Estados Unidos); inspirado pela febre dos zombies provocada pela série “The Walking Dead?”, surgiu também uma versão zombie da cena da natividade.

A FANTÁSTICA FORMA COMO OS ESTUDOS ESTATÍSTICOS ENVIESADOS ME FAZEM RIR

Na semana passada, a minha (pequena) crónica foi sobre a festa organizada na minha Escola, que conseguiu angariar mais de 100 kg de alimentos e praticamente 700 euros, que permitiram aconchegar o Natal a algumas pessoas (e também animais). Mas, quando comparado com os milhares que o negócio do Natal faz circular, como diria o outro, isto são apenas “peaners” (seja lá o que isso for ou como se escreve).

UM BREVE CONTO DE NATAL

Era uma vez um Natal igual a tantos outros. E como noutros, não muito distantes, sempre se insistia em abrir corações, em unir a famílias, em relembrar os nossos valores imbuídos pelo espírito natalício.

PEQUENA CRÓNICA DE NATAL

Nesta quadra natalícia, pensei que dedicar um dos meus devaneios quinzenais à Bíblia, livro por excelência, cujas tramas narrativas constituem a base de tudo o que se tem vindo a escrever até agora, seria adequado. No entanto, o nascimento de um menino, em si, não tem nada de realmente inovador. Na verdade, o que despertou a minha atenção, aquando da leitura atenta dos acontecimentos que antecederam e sucederam o nascimento de Jesus Cristo, foi a importância do espaço onírico.

TRADIÇÃO VIVA

Este domingo, em Castro Verde, a antiga tradição do Cante ao Menino, Janeiras e Reis vai manter-se.

Numa iniciativa da autarquia, vai manter viva a tradição nas localidades da Sete, Santa Bárbara de Padrões e A-do-Corvo, onde, a partir das 15 horas atuarão o Grupo Coral Misto da Associação de Cante Alentejano "Os Cardadores", o Grupo Coral "As Ceifeiras" de Entradas, o Grupo Coral misto da ACA "Os Cardadores" da Sete e o Grupo Coral da Freguesia de Monsaraz.

 

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