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Imigração

JORNADAS DE REFLEXÃO

No próximo dia 29 de maio irão ter lugar em S. Teotónio as “Jornadas de Reflexão Sobre a Realidade da Imigração em Odemira”, que visa como o próprio nome indica debater a Imigração no Concelho. Em cima da mesa estarão temas como o impacto da crise económica no fenómeno, o plano municipal para integração de imigrantes e as perspetivas para o futuro.

O colóquio decorrerá no Auditório da Caixa de Crédito Agrícola, a partir das 9:30h, e contará com a apresentação do Odemira Integra - Plano Municipal para a Integração dos Imigrantes e do projeto Capacitando.

O projeto “Odemira Integra” pretende melhorar e aumentar as medidas de apoio, acolhimento e integração de imigrantes, e criar o Plano Municipal para a Integração dos Imigrantes, assente numa participação ativa de toda a comunidade.

No concelho de Odemira residem 47% dos imigrantes registados no Distrito de Beja. Destes, 16,6% são originários de países terceiros (países que não pertencem à União Europeia), sendo que 12% da população residente em Odemira são cidadãos estrangeiros.

A mesa de abertura contará com a participação de Telma Guerreiro (Presidente da TAIPA – Organização Cooperativa para o Desenvolvimento Integrado do Concelho de Odemira), Paula Moura (Coordenadora do Gabinete de Apoio às Políticas Sociais do Alto Comissariado para as Migrações), Helena Barreto (Diretora do Centro Distrital da Segurança Social) e José Alberto Guerreiro (Presidente da Câmara Municipal de Odemira).

IMIGRAÇÃO

São aos milhares os imigrantes africanos que tentam atravessar o Mediterrâneo rumo ao “sonho europeu”. Quando questionados sobre o porquê da travessia, dos pagamentos elevadíssimos para a fazer (chegam aos 3 mil euros), e do risco de vida que correm, os imigrantes dizem que não fogem para melhorar a vida, mas sim para viver.

Apesar de diariamente se viverem momentos trágicos, no mês passado desapareceram cerca de 900 imigrantes no Mediterrâneo, depois terem naufragado a 60 milhas da costa da Líbia, quando se dirigiam para a Itália, o país mais afetado por este fenómeno.

Estima-se que chegaram às costas europeias, só desde o início de 2015, cerca de 34.500 imigrantes.

"Sem uma política clara de integração a sociedade croata vai ter ainda mais pessoas marginalizadas"

Marina Jurjević, 27 anos, licenciada em História e Língua e Literatura Portuguesa pela Faculdade de Letras da Universidade de Zagreb, e mestre por essa Instituição em História Contemporânea e Língua e Literatura Portuguesa.