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É POR ISSO QUE NÃO GOSTO DE POLÍTICOS...

A cada dia que passa gosto menos de políticos… E já agora, de estudos descontextualizados. E o desastre acontece quando há políticos a debitar patetices sobre estudos descontextualizados.

86% DOS EDIFÍCIOS PÚBLICOS DO ALENTEJO E RIBATEJO INACESSÍVEIS

Oitenta e seis por cento dos edifícios públicos de Alentejo e Ribatejo são inacessíveis a pessoas com mobilidade reduzida ou com deficiência, segundo um estudo feito pela Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo (ERTAR), a 1300 edifícios públicos ou onde funcionam repartições públicas, como por exemplo câmaras, hotéis, restaurantes, bibliotecas e outros.

UM PROBLEMA CHAMADO ELASTICIDADE…

Soube-se há poucos dias as novas propostas para o Orçamento do Estado (OE). Não estando ainda na posse de todas as propostas, e não tendo como objetivo escalpelizar todas as medidas (até porque há quem o faça melhor do que eu), há uma delas que vai merecer a minha atenção nesta crónica.

Vamos recuar um pouco no tempo. Há uns anos atrás, era Ministra das Finanças Manuela Ferreira Leite, o governo decidiu aumentar a taxa de IVA de 17% para 19%, com o objetivo de angariar maiores receitas fiscais. Mas o aumento não foi o esperado…

BOMBEIROS EM DIFICULDADES

As Associações de Bombeiros do distrito de Beja atravessam grandes dificuldades económicas e defendem a revisão do preço pago por quilómetro.

Neste momento, o Estado paga às corporações 51 cêntimos por quilómetro em serviços na área da saúde. Já quando o serviço é correspondente a serviços na área da Proteção Civil o preço por quilómetro é de 80 cêntimos.

A mentira também se abate; basta!

É comum dizer-se que os portugueses se fizeram ao mar e ao Mundo numa casca de noz; sem medo e à deriva lá chegámos à India, ao Brasil, ao Japão, à Nova Zelândia, a novos mundos. Mas nem aí estivemos tanto à deriva como hoje.

Onde vamos parar?

As perspectivas demográficas não são animadoras para Portugal. Nos últimos anos, observámos a pirâmide etária a inverter-se e em termos políticos e sociais nada foi feito para atenuar os efeitos desta inversão.

Eu quero um “Obamacare” ou alguém que se "care"

O que vou contar não será novidade para a maioria, será, aliás quase que um “déjà vu” que já todos sentiram na pele. O funcionamento do Sistema Nacional de Saúde precisa de ajuda!

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