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Cultura

Trump – Vírus e o indivíduo intrinsecamente doente?

Trump – Vírus e o indivíduo intrinsecamente doente? Vírus e a aceitação da crucificação, na sequência de algumas das mais belas e desencantadas palavras de Sixto Rodriguez (também conhecido por Sugar Man)?

Rock in Rio versão Natal chega a Évora

Em ano de Rock in Rio Lisboa, Évora também vai receber uma iniciativa recebe do Rock In Rio, o Christmas Rock Experience.

Já a dia 16 de dezembro, será a oportunidade para que os fãs vão tentar encontrar e desembrulhar os presentes escondidos por toda a cidade de Évora!

Quantidade ou qualidade

Qualquer coisa, quando fosse necessário, servia para Cândido apresentar a sua versão das coisas que queria. Quase doutorado em Química, o estudante de terceiro grau, ofuscava com o seu discurso verborreíco qualquer pessoa que o rodeava.

Pouco percebia de coisas banais, mas tinha, ou fazia parecer que tinha, um extenso conhecimento sobre um pouco de tudo e aprofundado de nada. Isto, sabemos nós, eu e o leitor. O restante público que interagia com Cândido nada percebia das coisas de que falava e, por isso, podia de forma eloquente, expor a sua teoria completa.

No Alentejo há uma aldeia com mil heróis

Hoje é 1 de Dezembro, Dia do Restauração da Independência, e várias terras alentejanas viram o seu nome gravado na História neste dia: Vila Viçosa, Évora, entre outras, mas há mais. Há uma aldeia alentejana que neste dia teve mil heróis. Sabe qual é?

Perceves?

Agarrado à rocha mãe, sentia-se seguro. Ainda que a água por vezes batesse com mais força, Perceve percebia que ali estava seguro. Assim era e assim se sentia.

Nunca e fácil afastar-nos do lugar onde temos a segurança de que precisamos. Era o caso de Perceve. Rapaz dos seus quase vinte anos, Perceve da Silva Cruz Pereira entrou para a universidade. Tinha chumbado um ano no ciclo, por só pensar em brincadeira e não estudar como deve ser.

Nos domínios da loucura… perdão, da perfeição.

John McEnroe – No Domínio da Perfeição (2018), Julien Faraut –

Osga

Vivia com uma osga. Nas paredes do meu quarto e da minha vida, tinha uma osga comigo. Réptil que me acompanhava para todo o lado e que, agarrada com as suas ventosas, desafiava os meus medos mais irracionais. A osga olhava-me dia e noite. Por volta do meio dia agarrava um mosquito com a língua que punha de fora. As melgas e os mosquitos desesperavam com medo daquilo que poderia sair dali. A osga era infalível, cada vez que a sua língua se esticava. Muitas vezes mais longa do que o seu próprio corpo. Seria por ciúme? Sempre me intrigou e numa obtive uma resposta.

Mercados e tabernas de antigamente regressam hoje a Portalegre

Esta tarde, sábado no Centro de Artes e do Espetáculo de Portalegre (CAEP), os mercados e tabernas de antigamente estão de regresso.

A iniciativa “Passeando na História" vai recriar vivências de antigamente e procurar reavivar as tradições, usos e costumes da região.

Les Yeux Sans Visage

Les Yeux Sans Visage (1960), de Georges Franju - Que os olhos mais tristes do mundo não tenham rosto parece o mais congruente dos princípios, dado o superlativo em causa, que aniquila tudo o resto. Tal como o que se segue: os olhos mais tristes, absorvidos por um extremo, não podem, muito naturalmente, deixar de ser absolutos na sua consequência – (na perspectiva do observador) são pontos de luz que uma vez descodificados, se tornam em poesia cristalina e estelar, devastadora.

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