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Azeitona

Cooperativa de Moura e Barrancos atinge recorde de colheita de azeitona

A Cooperativa Agrícola de Moura e Barrancos atingiu um recorde de volume de colheita de azeitona, ultrapassando as 62 mil toneladas, avança o portal Hiper Super.

De acordo com a mesma fonte, a campanha, que terminou esta semana, atingiu o valor mais elevado desde a fundação da cooperativa, em 1954. Segundo a cooperativa, foi batido o registo da campanha de 2019/2020, de 45 mil toneladas. Na campanha anterior, o valor atingido foi de 30 mil toneladas.

Setor do azeite forçado a parar no Alentejo, denuncia Fenazeites

Num ano em que se prevê que a produção de azeite venha a atingir valores na ordem das 180.000 toneladas, o que constitui a maior campanha desde que há registos, segundo a Fenazeites - Federação Nacional das Cooperativas Agrícolas de Olivicultores, FCRL, o setor olivícola do Alentejo "está paralisado, desde a apanha de azeitona aos lagares que a transformam".

Produção nacional de azeitona cai 25%

As previsões agrícolas do Instituto Nacional de Estatística (INE), no Boletim Mensal de Agricultura e Pescas, apontam para uma quebra de 25% na produção da azeitona, face à campanha anterior. “A precipitação de outubro e novembro, próxima do final do ciclo produtivo dos olivais, ainda possibilitou uma recuperação em muitos olivais tradicionais de sequeiro, em particular no interior Norte”, revela o Boletim.

Alentejo já representa mais de 75% da produção nacional de azeitona

Os campos do Alentejo produzem hoje cerca de 75% da azeitona nacional, prevendo-se que a campanha de azeitona de 2019 ultrapasse as 900 mil toneladas, segundo o último boletim Previsões Agrícolas do Instituto Nacional de Estatística (INE).

Elvas prepara feira inovadora de Olivoturismo

Há uma ligação muita profunda entre o país e a produção de azeite. Semelhante à ligação que têm os países mediterrânicos e essa bela e milenar árvore que produz azeitonas, que, com sabedoria, o Alentejo transforma no melhor azeite, conhecido e procurado em todo o mundo. Muitos desabafarão que é demasiado caro. Mas é o melhor azeite e a qualidade tem um custo, seja frutado, ligeiramente espesso, com cor de ouro ou amarelo esverdeado, amargo, picante ou mais adocicado, suave ou intenso.

Estudo de investigadores alentejanos defende olival nacional

Está concluído um estudo iniciado em 2016 e que conclui que as oliveiras nacionais são tão rentáveis quantos as variedades estrangeiras que proliferam agora pelos campos alentejanos. O estudo foi desenvolvido por investigadores da Universidade de Évora, do Politécnico de Portalegre, do Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária (INIAV) e do Centro de Biotecnologia Agrícola e Agroalimentar do Alentejo (CEBAL) e verifica que há motivos para valorizar as variedades de oliveiras portuguesas, o que atesta a qualidade da azeitona nacional e da qualidade do seu azeite.

Quebra superior a 20% na produção de azeitona vai afetar Alentejo

Em matéria de produção de azeitona era previsível que este ano ficasse aquém do ano anterior, já que 2018 foi o ano recordista na produção nacional, com 134 mil toneladas de azeitona. 2019 é o chamado ano de "contrassafra", que vai atingir inevitavelmente o Alentejo, região que produz cerca de 80% da azeitona portuguesa. As previsões de quebra na casa dos 20% já haviam sido antecipadas pelo INE em fevereiro.

Campo Maior: detidos enquanto fugiam com 2 toneladas de azeitonas roubadas

Foram detidos três homens de nacionalidade portuguesa, pela Polícia Local de Badajoz, na estrada de Campo Maior, com mais de duas toneladas de azeitona supostamente roubada, numa propriedade da povoação da La Alcazaba.

Com idades entre os 33 e 50 anos de idade e em três viaturas - um Volswagen Passat, um Ford Transit e um Audi-A-4 – transportavam as 2,1 toneladas e duas das viaturas fiscalizadas não possuíam sequer documentos.

Roubos de azeitona no Alentejo. Produtores apontam dedo aos postos de receção

A Associação de Olivicultores do Sul - Olivum, uma das mais representativas do sector, responsabiliza os postos de receção de azeitona "de carácter duvidoso, que aceitam todo o tipo de azeitona, muitas vezes sem documentação e de proveniência duvidosa" pelo aumento dos roubos de azeitona no Alentejo.

CONDIÇÕES DE ESCRAVATURA DE TRABALHADORES IMIGRANTES EM BEJA

Num trabalho assinado por Nuno Guedes, a TSF avança hoje que há cerca de 10 mil imigrantes a trabalhar na agricultura em Beja sujeitos a todo o tipo de abusos por parte dos patrões e cerca de metade nem pode protestar por estar em situação ilegal, responsabilidade que é assacada ao Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) já que estes imigrantes têm por lei direito à legalização em Portugal porque fazem descontos para a Segurança Social e têm trabalho.

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