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PATRÃO MAU, EMPRESÁRIO BOM

Os trabalhadores julgam que o patrão trabalha menos horas que eles. O empresário muitas vezes passa mais de metade do dia no seu local de trabalho ou a trabalhar em prol do mesmo. O trabalhador recebe no mínimo em Portugal 557€. O empresário com salário + subsidio de alimentação + pagamentos à segurança social + seguro de trabalho paga no mínimo à volta de 850€/mês por trabalhador. O trabalhador recebe, justamente, o salário todos os meses. O empresário num mês mau com um cash flow reduzido não pode falhar com as suas obrigações salariais e de despesas correntes.

O TURISMO DO ALENTEJO EM VILA VIÇOSA

Segundo dados do INE e citados pelo presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo (ERT-AR), António Ceia da Silva, o Turismo no Alentejo cresceu 12 a 13% em 2016 comparativamente a 2015, tendo em conta o aumento de dormidas. Notícias muito boas que vale a pena enaltecer. A ERT está de parabéns por toda a sua dinâmica que se traduziu em muito bons resultados para a região.

2017: UM ANO DE EXPECTATIVAS E DE INCERTEZAS

O ano de 2016 deixou no ar uma enorme incerteza sobre o que será o futuro do planeta. Em Portugal, o ano trouxe-nos a celebração do 1ª campeonato da Europa de Futebol e uma gerigonça que lá vai passando entre os pingos da chuva. O actual Governo aprovou o Orçamento para 2017, tomando opções diárias e semanais para que a extrema esquerda não lhes tirasse o tapete e assim o governo PS continua a manter na gaveta as grandes opções estratégicas para o médio/longo prazo do País.                                                                        

ONDE PÁRA A CORRUPÇÃO?

Segundo um Barómetro Global da Corrupção publicado em Novembro pela Transparency International, mais de 80% dos Portugueses consideram que o Estado sofre influências indevidas de pessoas com grande poder económico. 48% dos Portugueses consideram que a corrupção piorou no último ano e 39% não vê melhorias nos níveis de corrupção do País.
 

PSD: 45 PROPOSTAS PARA LEVAR A SÉRIO

Depois de no ano passado o Partido Social Democrata ter tomado a posição de não apresentar nenhuma proposta alternativa para o Orçamento de Estado de 2016, caiu o carmo e a trindade por isso e não pelo conhecido golpe palaciano de António Costa. Até ao momento da apresentação do Orçamento de Estado para 2017, os jornalistas do costume e os críticos internos, apressadamente contestavam a falta de propostas políticas por parte do PSD.

GOD BLESS AMERICA

O Mundo parou com as Presidenciais 2016. O Mundo indignou-se com a surpreendente eleição de Donald Trump. O voto popular prevaleceu sobre qualquer sondagem ou especialista que apareceu nos EUA, fazendo recordar o referendo sobre o Brexit.

A (DES)ORDEM INTERNACIONAL

Com as eleições nos EUA quase aí, os holofotes prendem-se em todas as ações de campanha e comentários que Hillary Clinton e Donald Trump tecem. Não desfazendo a importância que estas eleições terão no futuro das relações internacionais, Putin aproveita para reforçar o seu apoio a Bashar-al-Assad, através do aumento do seu poder bélico na reconquista da Síria.

E QUE TAL UM OE A PENSAR NO NOSSO FUTURO?

Sexta-Feira será conhecido finalmente o Orçamento de Estado (OE) para 2017 para ser debatido e votado na generalidade e posteriormente na especialidade.

Estando no último trimestre de 2016, considero importante fazermos uma breve reflexão do que tem sido esta Governação apoiada pelo PCP, BE e PS, antes de se passar à discussão do próximo OE:

-Em Agosto de 2015 a dívida pública Portuguesa era de 229€ mil milhões, em Agosto de 2016 já ia em 243€ mil milhões. Só desde as eleições a dívida em vez de descer, teve o preocupante aumento de 5%. Atingindo máximos históricos;

A FEBRE DAS AUTÁRQUICAS COMEÇA AGORA

Estamos praticamente a 1 ano das eleições locais.

O FIM DA SILLY SEASON

O fim da silly season da política Portuguesa termina com alguns destaques. Ora temos um Primeiro-Ministro a usar termos de baixo nível como a “caça aos pokémons”. Como vemos Durão Barroso espantado por ter sido considerado como um lobista e ser possível, perder algum tratamento especial enquanto antigo presidente da Comissão Europeia.

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