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Cultura

TERMINATOR (1984)

Tempo ficcionado versus tempo científico, um gozo profundo…

Sim, mas previamente: Schwarzie. Um tipo cá de casa. Caso simples e estranho de tão eficaz. O fraco actor é o robôt perfeito e nunca mais deixará de o ser. O sotaque maquinal ajuda, não destrói.

Um argumento que, como alguém disse –e cito, “sobrepõe a esperteza à inteligência”, e talvez por isso funcione na perfeição. Ou pareça funcionar.

Curiosa ainda a mensagem inicial –dizem-nos que tudo se vai desenrolar “esta noite”; afinal são duas noites e um dia.

ALENTEJO JÁ TEM UM MUSEU NACIONAL

O Conselho Nacional de Cultura já aprovou as propostas do Ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes, e que pretendia que os Museus de Évora e de Conímbriga ganhassem o estatuto de museus nacionais.

No caso do Museu de Évora, passará a ter a designação de Museu Frei Manuel do Cenáculo, o fundador e arcebispo de Évora (1724-1815) e torna-se também no primeiro Museu Nacional a sul do rio Tejo.

OBRA DE ZECA AFONSO EXPOSTA EM ÉVORA

O Núcleo de Évora da Associação José Afonso é o grande responsável pela exposição em Évora da obra discográfica de Zeca Afonso, contando com a colaboração da Câmara Municipal e do INATEL.

“Desta Canção que Apeteço” é o nome da exposição que foi inaugurada esta sexta-feira, dia 3 de fevereiro, na Galeria do INATEL, em Évora, e que está inserida nas comemorações que nacionais que assinalam os 30 anos da morte de José Afonso e da criação da AJA.

Pode ser visitada de terça a sexta, das 10h às 20h; e sábado e domingos da 11h às 20h.

 

Imagem de entrelineas.org

FESTIVAL ALENTEJANO QUER CONVENCER ESPANHÓIS

O Festival Terras Sem Sombra vai à capital da Andaluzia, Sevilha, em Espanha, amanhã, sábado dia 4, para se promover.

A ação promocional, que conta com o apoio dos municípios que integram a iniciativa - Beja, Almodôvar, Castro Verde, Ferreira do Alentejo, Santiago do Cacém, Serpa e Sines – dividir-se-á em dois momentos: uma Conferência de Imprensa que teve lugar ontem e um concerto de Cante Alentejano e de flamenco, com atuações dos Cantadores do Desassossego e o Rancho dos Cantadores de Aldeia Nova de S. Bento, acompanhados por Pedro Mestre.

NOVO PRÉMIO LITERÁRIO NO ALENTEJO

Nasceu ontem o “Prémio Literário Joaquim Mestre”, um prémio que será instituído pela Assesta - Associação de Escritores do Alentejo, em parceria com a Direção Regional de Cultura do Alentejo – DRCA.

O protocolo foi assinado ontem, 28 de janeiro, em Évora, contou com as participações de Joaninha Duarte, Contadora de histórias, Napoleão Mira e a sua performance de Spoken work, Marta d'Almeida e o seu Jazz Alentejano, e de Fernando Évora, com leitura de um texto de Joaquim Mestre

NASCE MAIS UMA ESCRITORA NO ALENTEJO (com entrevista)

O Alentejo tem sido um espaço fértil ao nascimento de novas criações literárias, quer por parte daqueles que por cá passam, quer por parte daqueles que cá nascem.

Recentemente foi lançada a primeira obra de mais uma escritora alentejana, Marta Prates. Natural de Évora, mas a viver em Reguengos de Monsaraz, Marta foi vencedora de um concurso de Escrita Criativa promovido pelo escritor "best-seller" Pedro Chagas Freitas.

A EXPERIÊNCIA "DE PALMA"

A experiência "De Palma": (quando um sistema articulado e a colagem aos mestres resulta em perfeição).

O EÇA QUE ÉVORA CONHECEU HÁ 150 ANOS

Em janeiro de 1867 foi editado o primeiro número do jornal “Districto de Evora” – um jornal de oposição, quer ao governo nacional, quer ao governo local que administrava a cidade - do qual Eça, então com 21 anos, bacharel em Direito, era diretor.

Em agosto de 1867 o “Districto de Evora” era extinto, mas não sem antes agitar a vida política eborense.

O BAILE DAS VÉSPERAS

Véspera de Natal. Sábado, dia 24 de dezembro de há muitos anos atrás. A noite caía cedo nessas alturas, aliado ao facto de não haver eletricidade e, portanto, sem qualquer luz artificial. Via-se apenas aquilo que a Lua e as estrelas alumiavam, lá de cima do céu, quando este estava aberto. Quando estava nublado ou chovia, era o breu completo e andávamos todos aos pontapés com as pedras e com as moitas na beira dos caminhos de cabra que existiam nessa altura.

QUANDO O TRABALHO EM ÉVORA ERA ARTE

Até julho de 2017 estará patente no Convento dos Remédios, em Évora, a exposição fotográfica e documental “O centro histórico de Évora e as artes do trabalho (1930-1960)”.

Esta exposição é resultado da oferta/depósito de três acervos ao município: a coleção Maria José Patronilho, doada ao Arquivo Fotográfico da Câmara, em 2004; um fundo documental da antiga Direção Regional de Indústria e Energia do Alentejo e a coleção do marceneiro eborense Manuel Sebastião Silva, proveniente do antigo Museu do Marceneiro.

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